En vocabulaire juridique, le for (du latin forum, place publique sur laquelle siégeait le tribunal) désigne le tribunal qui a été saisi d'une affaire, et donc concrètement, le lieu où une affaire est jugée. La loi du for ou lex fori : la loi qui doit être appliquée à une situation déterminée est la loi du lieu où la juridiction a été saisie (droit international notamment).

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  • En vocabulaire juridique, le for (du latin forum, place publique sur laquelle siégeait le tribunal) désigne le tribunal qui a été saisi d'une affaire, et donc concrètement, le lieu où une affaire est jugée. La loi du for ou lex fori : la loi qui doit être appliquée à une situation déterminée est la loi du lieu où la juridiction a été saisie (droit international notamment). le privilège du for : avantage selon lequel une certaine catégorie de personnes peuvent décliner la compétence géographique résultant des règles procédurales de droit commun.Le for désigne également les coutumes, privilèges ou libertés d'un lieu particulier (for de Béarn,... en espagnol, fuero : le Fuero Juzgo).
  • Fuero è un termine che possiede vari significati, ma ha particolare rilevanza perché è il risultato di una particolare selezione di norme consuetudinarie da adoperare in un processo. I Fueros sono le forme maggiormente risalenti al diritto locale, trovarono diffusione nella penisola iberica attorno all'XI secolo.I fueros breves sono brevi raccolte di consuetudini e nel corso dell'XI e del XII secolo si accrescono e si consolidano, diventando così note con il nome di Fueros extensos.Tra i più importanti "fueros" c'è il Fuero Juzgo del XIII secolo (1241) che è una versione in lingua castigliana del Liber Iudiciorum (654 d.c.), una compilazione di leggi territoriali che derivano dalle norme consuetudinarie importate dall'esperienza dei Visigoti nella Spagna del V e VI secolo. La Castiglia fu infatti il primo regno della penisola iberica ad attuare una politica di uniformazione giuridica a discapito dei particolarismi locali. I fueros castigliani avevano perciò valore generale in modo da ordinare ed uniformare l'ordinamento giuridico sul territorio. Altre esperienze del genere si registrano in Navarra (Fuero general de Navarra) e Aragona (Fuero de Aragon). In seguito mentre la Castiglia fu il primo porto d'approdo al processo di "recezione" del diritto romano in Spagna, in Navarra ed Aragona le nobiltà locali erano restie all'importazione del diritto romano visto come diritto imperiale che minacciava le consuetudini locali, garanzie del loro potere sul territorio.In un contesto più ristretto il "fuero" rappresentava il riconoscimento scritto che il signore feudale faceva nei confronti di realtà più piccole ed avevano generalmente ad oggetto il patrimonio. Per questa ragione "fuero" diventò presto sinonimo di privilegio accordato dal Signore.
  • Фуэ́рос (исп. fueros, мн.ч. от fuero; порт. foraes — право, привилегия) — общий свод законов в государствах Пиренейского полуострова, относящихся ко всем подданным государства, а также законы, подтверждающие права провинций и муниципалитетов. Название происходит от латинского слова forum в значении суд, право или рынок.
  • Fuero (l.mn. fueros) — przywileje o charakterze municypalnym nadawane istniejącym, bądź nowo zakładanym miastom w Kastylii i Aragonii w okresie rekonkwisty. Początkowo pełniły jedynie funkcję uzupełniającą wobec prawa zwyczajowego, z czasem zastąpiły je. Nadawane przez władcę bądź lokalnego możnego dla każdego miasta osobno. Sankcjonowały one posiadanie przez miasto rady (consejo), będącej zgromadzeniem przedstawicieli obywateli miasta. Rada początkowo brała udział we wprowadzaniu nowych praw. Po uzyskaniu w 1118 przez miasto Burgos prawa zezwalającego na posiadanie sędziego królewskiego, mianowanego na stanowisko spośród obywateli przez władcę (w tym przypadku przez królową kastylijską Urrakę), które było wstępem do zwiększania uprawnień rady, doszło w konsekwencji do ukształtowania się samorządu miejskiego. W 1177 nadano fuero dla miasta Cuenca, które było nie tylko najbardziej rozbudowane, ale stało się też podstawą dla kolejnych przywilejów.== Przypisy ==
  • Els furs són lleis creades per a constituir com a Nació, Principat o Regne un territori conquerit. Cal destacar dins la Península Ibèrica els respectius furs dels territoris de la Corona d'Aragó i el Regne de Navarra.Els furs eren estatuts que documentaven els privilegis i usatges amb que regir la comunitat, donats normalment per monarca, malgrat que no únicament, a les persones que poblaven un poble. Com a resultat el consell del poble era depenent del seu senyor. El primer fur va ser atorgat al comte Ferran González de Castrojeriz durant la dècada del 940. Els furs serien el sistema més utilitzat per repoblar Navarra i més tard Aragó.Del segle XIII endavant no es van concedir més furs atès que la pressió demogràfica havia desaparegut i van ser ideats altres mitjans per colonitzar les terres conquerides. Els furs, que passaren de ser lleis locals a territorials, van perdurar fins al segle XVIII als regnes d'Aragó, València i a Catalunya, i fins al segle XIX al Regne de Navarra i les regions feudals de Castella. L'abolició dels furs a Navarra seria una de les causes de les Guerres carlines. A Castella, les disputes quant al sistema van ser importants durant la guerra contra Carles I.
  • Fuero (Spanish: [ˈfweɾo]), Fur (Catalan: [ˈfur]), Foro (Galician: [ˈfɔɾo]) or Foru (Basque: [foɾu]) is a Spanish legal term and concept.The word comes from Latin forum, an open space used as market, tribunal and meeting place. The same Latin root is the origin of the French terms for and foire, and the Portuguese terms foro and foral; all of these words have related, but somewhat different, meanings.The Spanish term fuero has a wide range of meanings, depending upon its context. It has meant a compilation of laws, especially a local or regional one; a set of laws specific to an identified class or estate (for example fuero militar, comparable to a military code of justice or fuero eclesiástico, specific to the Church). In many of these senses, its equivalent in the Anglo-Saxon world would be the charter.In the 20th century, Francisco Franco's regime used the term fueros for several of the fundamental laws. The term implied these were not constitutions subject to debate and change by a sovereign people, but bills granted by the only legitimate source of authority, as in feudal times.
  • Aforamento é o acto de concessão de privilégios e deveres sobre uma propriedade cedida em enfiteuse para exploração ou usufruto ao seu ocupante, pelo proprietário. Era um acto jurídico privado que se praticou até à década de 1960 em Portugal.Os aforamentos podiam ser concedidos por pessoas públicas (por exemplo, mosteiros, Ordens religiosas, etc.) ou privadas, casas senhoriais por exemplo; e geralmente eram feitos especificando um certo número de gerações em que o foro (quantia em dinheiro ou espécies, ou ambas, paga anualmente ao senhorio do foro) estaria válido, antes que o mesmo caducasse juridicamente. O número de gerações em que o foro mais habitualmente costumava ser estabelecido era três, porém isto podia variar livremente. O não cumprimento das obrigações forais, quer por parte do senhorio, ou do senhor do prazo aforado, podia fazer cessar em tribunal a constância do mesmo.Terminado o prazo temporal determinado em escritura oral ou lavrada, o foro ou aforamento podia ser ou não renovado por mais algumas gerações. O direito ao foro era pois transmissível aos herdeiros de um aforador, desde que respeitado o número de vidas combinado. No entanto, alguns, raros, prazos enfitêuticos eram de transmissão perpétua na descendência legítima do primeiro aforador. Isso permitia uma complicada teia legal de sub-aforamentos por vezes difíceis de gerir, em que o proprietário mantinha a propriedade útil sobre o seu bem, mas perdia qualquer direito de o reaver em posse plena ou de o poder vir a deixar como bem livre aos seus herdeiros por sua morte.Com efeito, o direito ao foro ou prazo em vidas, outro nome porque o aforamento também era conhecido, só podia ser extinto através de acordo entre aforador e senhorio, sendo para isso mesmo indemnizado o aforador ou seu herdeiro pelo senhorio que quisesse a remissão do foro que detivesse. Muitos foros e ou prazos eram concedidos em vidas pela Casa Real Portuguesa, como recompensa de serviços à nobreza, numa altura em que o serviço público que esta efectuava ao Estado e ao Rei não tinha ainda remuneração legal fixa regular. Os aforamentos ou prazos faziam pois parte das mercês régias de recompensa, que podiam ou não ser continuadas depois de extinto o número de vidas nelas contemplado. Os prazos concedidos ou aforados eram existências vagas no momento dos bens patrimoniais da Casa Real, Casa das Rainhas, Infantado ou Casa dos Infantes, ou dos bens das Ordens Militares de que o rei de Portugal era grão-mestre e administrador perpétuo desde o século XVI.Também os aforamentos, privados ou públicos, visavam fomentar a exploração e rentabilidade de fazendas agrícolas extensas, mas não só, pois que o regime da enfiteuse se aplicava igualmente a prédios urbanos e outros bens imóveis não agrícolas, que então constituíam prazos foreiros como os agrícolas. Mas a maior parte dos aforamentos eram rurais, daí o interesse dos proprietários de terrenos improdutivos e da própria Coroa e casas nobres e burguesas na multiplicação dos seus contratos de aforamento, contribuindo, em consequência, para a melhor condição económica das populações do interior e das colónias.
  • Als Fueros werden die im Mittelalter entstandenen und bis in die Neuzeit geltenden Rechtsordnungen der verschiedenen christlichen Reiche auf der Iberischen Halbinsel und ebenfalls in dieser Zeit entstandenes lokales Sonderrecht bezeichnet.In Spanien noch heute geltendes regionales Sonderrecht, das auf diese Fueros zurückgeht, wird als derecho foral (Foralrecht) bezeichnet.
  • Los fueros locales, fueros municipales o fueros eran los estatutos jurídicos aplicables en una determinada localidad, cuya finalidad era, en general, regular la vida local, estableciendo un conjunto de normas, derechos y privilegios, otorgados por el rey, el señor de la tierra o el propio concejo, es decir, las leyes propias de un lugar . Fue un sistema de derecho local utilizado en la Península Ibérica a partir de la Edad Media y constituyó la fuente más importante del Derecho altomedieval español. También fue usado en ciertas zonas de Francia.
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  • En vocabulaire juridique, le for (du latin forum, place publique sur laquelle siégeait le tribunal) désigne le tribunal qui a été saisi d'une affaire, et donc concrètement, le lieu où une affaire est jugée. La loi du for ou lex fori : la loi qui doit être appliquée à une situation déterminée est la loi du lieu où la juridiction a été saisie (droit international notamment).
  • Фуэ́рос (исп. fueros, мн.ч. от fuero; порт. foraes — право, привилегия) — общий свод законов в государствах Пиренейского полуострова, относящихся ко всем подданным государства, а также законы, подтверждающие права провинций и муниципалитетов. Название происходит от латинского слова forum в значении суд, право или рынок.
  • Als Fueros werden die im Mittelalter entstandenen und bis in die Neuzeit geltenden Rechtsordnungen der verschiedenen christlichen Reiche auf der Iberischen Halbinsel und ebenfalls in dieser Zeit entstandenes lokales Sonderrecht bezeichnet.In Spanien noch heute geltendes regionales Sonderrecht, das auf diese Fueros zurückgeht, wird als derecho foral (Foralrecht) bezeichnet.
  • Fuero è un termine che possiede vari significati, ma ha particolare rilevanza perché è il risultato di una particolare selezione di norme consuetudinarie da adoperare in un processo.
  • Fuero (Spanish: [ˈfweɾo]), Fur (Catalan: [ˈfur]), Foro (Galician: [ˈfɔɾo]) or Foru (Basque: [foɾu]) is a Spanish legal term and concept.The word comes from Latin forum, an open space used as market, tribunal and meeting place. The same Latin root is the origin of the French terms for and foire, and the Portuguese terms foro and foral; all of these words have related, but somewhat different, meanings.The Spanish term fuero has a wide range of meanings, depending upon its context.
  • Los fueros locales, fueros municipales o fueros eran los estatutos jurídicos aplicables en una determinada localidad, cuya finalidad era, en general, regular la vida local, estableciendo un conjunto de normas, derechos y privilegios, otorgados por el rey, el señor de la tierra o el propio concejo, es decir, las leyes propias de un lugar .
  • Els furs són lleis creades per a constituir com a Nació, Principat o Regne un territori conquerit. Cal destacar dins la Península Ibèrica els respectius furs dels territoris de la Corona d'Aragó i el Regne de Navarra.Els furs eren estatuts que documentaven els privilegis i usatges amb que regir la comunitat, donats normalment per monarca, malgrat que no únicament, a les persones que poblaven un poble. Com a resultat el consell del poble era depenent del seu senyor.
  • Aforamento é o acto de concessão de privilégios e deveres sobre uma propriedade cedida em enfiteuse para exploração ou usufruto ao seu ocupante, pelo proprietário.
  • Fuero (l.mn. fueros) — przywileje o charakterze municypalnym nadawane istniejącym, bądź nowo zakładanym miastom w Kastylii i Aragonii w okresie rekonkwisty. Początkowo pełniły jedynie funkcję uzupełniającą wobec prawa zwyczajowego, z czasem zastąpiły je. Nadawane przez władcę bądź lokalnego możnego dla każdego miasta osobno. Sankcjonowały one posiadanie przez miasto rady (consejo), będącej zgromadzeniem przedstawicieli obywateli miasta. Rada początkowo brała udział we wprowadzaniu nowych praw.
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