Selon le Larousse en ligne, la sinologie est l'« étude de l'histoire, de la langue et de la civilisation chinoises » et le sinologue est un « spécialiste de la langue et de la civilisation chinoises ».On peut considérer le « sinologue » et le « sinisant » comme synonymes.

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  • Selon le Larousse en ligne, la sinologie est l'« étude de l'histoire, de la langue et de la civilisation chinoises » et le sinologue est un « spécialiste de la langue et de la civilisation chinoises ».On peut considérer le « sinologue » et le « sinisant » comme synonymes. En effet, selon le Littré, le sinologue a pour principal domaine d'étude la langue et l'histoire de la Chine et le sinisant est le spécialiste de la langue et de la civilisation chinoise.
  • Die Sinologie („Chinawissenschaften“ oder „Chinakunde“; chinesisch 漢學 / 汉学, Pinyin hànxué) ist ein Fachgebiet der Sprach- und Kulturwissenschaften, das im 16. Jahrhundert entstand, und sich mit der chinesischen Sprache, Schrift, Philosophie und Geschichte befasst.Den Beginn der Sinologie machten christliche Missionare, die für ihre Aktivität in China die chinesische Sprache und Kultur studierten. Die ersten Übersetzungen chinesischer Klassiker erschienen demnach auch auf Latein, woher auch der Name Sinologie stammt, da „Sina“, wahrscheinlich abgeleitet von der Qín-Dynastie 221 v. Chr., das lateinische Wort für China ist. Umgekehrt übersetzten die Missionare dieser Zeit die Bibel ins Chinesische und schrieben Berichte über das bis dahin kaum bekannte China, welche in Europa mit großem Interesse aufgenommen wurden.
  • Sinologie is in algemeen gebruik de studie over China alle daaraan gerelateerde vakdomeinen, zoals Chinese aardrijkskunde, geschiedenis, filosofie en dergelijke. Hieronder vallen ook de Chinese talen en literatuur.Sino- is in Latijn Sinae en betekent Chinezen. Deze oorsprong van de betekenis staat echter ter discussie.Tussen Europese en Amerikaanse onderwijsinstituten bestaat er een verschil in de plaats binnen landenstudies. In Europa wordt sinologie meestal begrepen als Chinese studies, terwijl sinologie in de Verenigde Staten een subcategorie is van Chinese studies.
  • Sinoloji yaklaşık 3000 yıllık bir geçmişe sahip Çin uygarlığını, dili, kültürü, dünü ve bugünüyle araştıran bir bilim dalıdır. Dünyada sinoloji araştırmalarının tarihi 16. yüzyıla kadar uzanır.
  • 中国学(ちゅうごくがく)は中国の事物全般、あるいは言語・文化・歴史に関する学問の総称であり、とくに中国以外に住む中国人以外による中国に関する学術研究をさす。
  • 중국학(中國學)은 중국의 언어 · 문화 · 역사에 관한 학문의 총칭이다.
  • Sinologia és l'estudi de la Xina i les coses relacionades amb la Xina, però, sobretot en el context acadèmic d'Amèrica, més estrictament es refereix a l'estudi dels clàssics de llengua i literatura, i l'enfocament filològic. El seu origen, segons una enquesta recent, "pot atribuir-se a l'examen que els estudiosos xinesos feren de sa pròpia civilització"Sino -es deriva del sinae llatí ("el xinès"), l'origen és discutible.En el context de l'àrea d'estudis, la comunitat europea i l'americana tenen usos diferents. A Europa, sinologia generalment és conegut com els estudis xinesos mentre que als Estats Units Sinologia és un subcamp d'estudis xinesos.
  • Sinologia (a. chinoznawstwo; nazwa wywodzi się od łacińskiej nazwy Chin - Sina) jest to dziedzina naukowa zajmująca się wszystkim, co dotyczy Chin: językami chińskimi, kulturą, historią, systemami religijnymi i filozoficznymi (jak np. buddyzm, konfucjanizm, czy taoizm), literaturą, a także gospodarką itd. Za europejskiego pioniera sinologii można uznać Marco Polo, a za pioniera polskiego - jezuitę o. Michała Boyma. Początki sinologii jako dziedziny naukowej datują się od czasów Matteo Ricciego, dzięki któremu jezuici założyli misję na cesarskim dworze Mingów w Pekinie. To wtedy powstały pierwsze szczegółowe, choć nie zawsze zgodne z prawdą, relacje nt. chińskiego języka, medycyny, obyczajów itd. To wtedy również utarła się zlatynizowana pisownia niektórych chińskich nazw i nazwisk, np. Konfucjusz (łac. confucius od chińs. Kongfuzi). Badaniem tych pionierskich czasów sinologii zajmuje się dziedzina zwana sinolatynistyką.
  • Синология (от къснолатинското Sina — Китай) или китаистика е комплекс от науки, изучаващи историята, икономиката, политиката, философията, езика, литературата, културута на Древен и съвременен Китай. В Китай за науката за миналото на тяхната страна се използва термина 汉学 (пинин hànxué) или 国学 (пинин guóxué, което може да бъде преведено като „родинознание“). Първият термин често се използва в изследванията на историята и културата на ханския етнос, а вторият — за другите националности, живущи на територията на Китай. В Япония за обозначаването на тази наука служи термина кангаку (漢学, дословно „ханско учение“). В англоезичните страни даденият термин се разбира като остарял и включващ се в състава на Chinese Studies (букв. китайски изследвания).В България основател на синологията е проф. Бора Беливанова.
  • Sinologia ou estudos chineses é o estudo da civilização da China, o que normalmente exige profundos conhecimentos de um ou mais idiomas chineses. Na China 'sinologistas' às vezes são chamados afetivamente e com admiração 'perito sobre a China' (中國通).O início da sinologia se deu quando da penetração de missionários do ocidente, tal como o Padre Iakinf, o Padre Matteo Ricci, S.J., o Padre Michele Ruggieri, o Padre Adam Schall, S.J. e outros que foram à China para estudar o idioma, cultura e crenças. Esses missionários traduziram partes dos textos clássicos chineses ao latim e a outros idiomas do ocidente e a Bíblia ao chinês. Eles também escreveram muitas cartas desde a China, as quais eram lidas com grande interesse pois naquela época a China começou a ser considerada política e economicamente interessante.Nos séculos XVIII e XIX, outros missionários, como James Legge (1815-1897), despenderam consideráveis esforços na tentativa de convencer universidades ocidentais a adotar a sinologia como uma disciplina curricular. Aos poucos os estudiosos não religiosos se tornaram a maioria, superando os missionários. No século XX, aos poucos, a sinologia veio adquirir força e se tornar em uma presença notável nas universidades do mundo ocidental.No Japão, a sinologia - Shinagaku ou 支那学 , em japonês - foi estabelecida em uma combinação efetiva de estudos confucianos tradicionais com a sinologia ocidental. Os estudos chineses no Japão mais tarde passaram a fazer parte dos estudos orientais.Pode-se dizer que a sinologia organizou-se em escolas distintas, vinculadas aos seus países de origem ou língua. A corrente anglófona teve entre seus grandes expoentes o já citado James Legge, Arthur Walley (tradutor), Joseph Needham (História das Ciências), Michael Loewe (História da China Antiga), William Watson (Arqueologia) além dos atuais William T. De Bary (tradutor e ensaísta), Burton Watson (tradutor) e Jonathan Spence (China Moderna). Embora não de modo absoluto, a principal característica desta corrente consiste na abordagem econômica da história, separada da tentativa literária de tradução dos clássicos (com exceção de Needham).Entre os franceses, destacaram-se Henri Cordier (Historiador), Seraphin Couvreur (tradutor), Henri Maspero (historiador das religiões chinesas), Marcel Granet (introdutor do método sociológico na sinologia moderna, antecedendo em décadas as modernidades da Escola dos Analles), e os atuais Jacques Gernet (historiador), Anne Cheng (historiadora do pensamento chinês) e François Jullien (sinólogo e intérprete do pensamento chinês para o Ocidente). Os franceses preferiram uma abordagem mais culturalista e filosófica, sendo - nas palavras de Lin Yutang - os que melhor se aproximaram do pensamento chinês.Somam-se ao grupo autores de diversas outras nacionalidades, tal como Richard Wilhelm (alemão, autor de uma das melhores traduções do I Ching), Etienne Balazs (húngaro, autor de obras em francês sobre a concepão de "imobilismo" da história chinesa), Robert Van Gulik, De Groot e J. Duyvendak (holandeses), entre muitos outros. Embora os portugueses tenham sido os primeiros visitantes regulares da China na era moderna, iniciando os primórdios da sinologia moderna, sua produção neste campo foi irregular e variável. No período dos séculos XVI-XVIII, destacam-se textos de caráter descritivo, tal como o Tratado das cousas da China, de Gaspar da Cruz (1570) e Em demanda do Catai, de Bento de Góis (1603-1607). Não devemos subestimá-las, porém; são os portugueses os primeiros a entrar em contato com o Tibete, por exemplo, em duas cartas do Jesuíta António de Andrade (1626), demonstrando um arrojo e curiosidades ilimitadas pelo Oriente - qualidades manifestas claramente numa outra obra (anterior) de Fernão Mendes Pinto, Peregrinação, na qual o autor relata uma série de aventuras (fantásticas ou não) passadas em diversos pontos da Ásia.Com a estabilização das relações sino-portuguesas através da consolidação de Macau, aparentemente o papel das investigações retrocede, buscando-se um modo de convivência. Tal gerou uma relativamente farta documentação burocrática, mas que pouco nos concede em termos de entendimento cultural da civilização china. Seriam poucos, pois, que buscariam estudá-la em caracateres mais amplos. No período de passagem século XIX-XX, encontraremos Camilo Pessanha em Macau dedicando-se a tradução da arte e da poesia chinesa; Marques Pereira publicará a revista "Ta-ssi-yang-kuo", tratando sobre história e cultura chinesa e Moraes Palha escreverá um "Esboço crítico da civilização chineza".O século XX veria, no entanto, um renascer das atividades sinológicas. O padre português Joaquim Guerra faria uma tradução inédita da obra clássica de Confúcio, os Analectos, tal como seus equivalentes James Legge ou Seraphin Couvrer; o padre Benjamim Videira Pires, S.J., escreve uma belíssima obra sobre o processo de fusão cultural em Macau; uma tentativa institucional, concretizada na Fundação Oriente, incentivaria a formação de quadros especializados no tema. Por vário lados, pois, a sinologia retoma seu curso como área de estudo.No Brasil, pouca - mas de algum modo, substancial e atualizada - contribuição foi dada aos estudos chineses. Destacam-se o livro de viagens de Osny Duarte (viagem a China, feito na década de 50), Jose Roberto Leite, cujo estudo "China no Brasil" mostra o intercâmbio entre as duas civilizações, Ricardo Joppert - sinólogo com formação específica na França e na China - autor de "Alicerce Cultural da China" e "Samadhi em verde azul", entre outras obras, André Bueno, sinológo, filósofo e historiador preocupado em difundir o campo no país, autor de artigos diversos que vão do pensamento chinês a questões como arte e teoria sinológica, e Mário Bruno Sproviero, especialista em letras e tradutor de uma versão originalíssima do Tao Te Ching de Lao Tsé.Conquanto a sinologia trate-se de uma ciência essencialmente ocidental, muito se discute sobre seus métodos e perspectivas. Em ocasião recente, alguns especialistas trataram o próprio termo "sinologia" como uma forma de neocolonialismo, dispensável. Sabe-se, porém, que este campo específico de estudo têm incorporado teorias e metodologias (muitas de origem legitimamente chinesa) que a colocam numa posição especial no campo das ciências humanas, o que tem feito com que sua especificidade se mantenha.
  • La sinologia è quell'insieme di studi e ricerche che riguarda la cultura cinese nei suoi vari aspetti e nelle varie epoche storiche.
  • Синоло́гия (от позднелатинского Sina — Китай), или китаеведение, китаи́стика, — комплекс наук, изучающих историю, экономику, политику, философию, язык, литературу, культуру древнего и современного Китая. В Китае для науки о прошлом этой страны используется термин 汉学 (пиньинь hànxué) или 国学 (пиньинь guóxué, может быть переведено как «родиноведение»). Первый чаще используется в исследованиях истории и культуры ханьского этноса, второй — прочих национальностей, живущих на территории Китая. В Японии для обозначения этой науки служит термин кангаку (漢学, дословно «ханьское учение»). В англоязычных странах данный термин понимается как устаревший, входящий составной частью в Chinese Studies.Учёные, занимающиеся синологией, называются синологами, китаеведами или китаистами, в XIX в. редко — «хинезистами» (заимствование из немецкого языка).
  • Sinología es el estudio sobre China, su idioma y su cultura, ejercido por personas ajenas a la misma. Sino- deriva del griego Σίνα, que significa la China, y -logía a su vez de -λογία, o tratado, estudio, ciencia.En Occidente, el estudio de la China, data de los siglos XIII y XIV, época en que Marco Polo e Ibn Battuta introdujeron su cultura. Pero el estudio sistemático comienza en el siglo XVI, por los misioneros cristianos, entre los que destacaron el jesuita Matteo Ricci y el dominico Juan Cobo. Estos tempranos trabajos se concentraron principalmente en hallar coincidencias entre el cristianismo y la cultura china, a fin de poder difundirlo.
  • Sinologie je vědní obor zabývající se studiem čínského jazyka, dále historií, kulturou a obecně problematikou týkající se Číny. Odborník v sinologii je sinolog.
  • Sinology literally means the study of China and Chinese topics. Sinology may also refer more strictly to the study of classical language and literature, with a philological approach, perhaps in an American academic context. Its origin, says one recent survey, "may be traced to the examination which Chinese scholars made of their own civilization."In the context of area studies, the European and the American usages differ. In Europe, Sinology is usually known as Chinese Studies, whereas in the United States, Sinology is a subfield of Chinese Studies. The Australian scholar Geremie R. Barmé offers a "New Sinology," one which "emphasizes strong scholastic underpinnings in both the classical and modern Chinese language and studies, at the same time as encouraging an ecumenical attitude in relation to a rich variety of approaches and disciplines, whether they be mainly empirical or more theoretically inflected."
  • A sinológia Kínával foglalkozó tudományág, Kína-kutatásnak is nevezhető. Magába foglalja a történelmi, földrajzi, filozófiai és nyelvi tudományokat is.
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  • Selon le Larousse en ligne, la sinologie est l'« étude de l'histoire, de la langue et de la civilisation chinoises » et le sinologue est un « spécialiste de la langue et de la civilisation chinoises ».On peut considérer le « sinologue » et le « sinisant » comme synonymes.
  • Sinoloji yaklaşık 3000 yıllık bir geçmişe sahip Çin uygarlığını, dili, kültürü, dünü ve bugünüyle araştıran bir bilim dalıdır. Dünyada sinoloji araştırmalarının tarihi 16. yüzyıla kadar uzanır.
  • 中国学(ちゅうごくがく)は中国の事物全般、あるいは言語・文化・歴史に関する学問の総称であり、とくに中国以外に住む中国人以外による中国に関する学術研究をさす。
  • 중국학(中國學)은 중국의 언어 · 문화 · 역사에 관한 학문의 총칭이다.
  • La sinologia è quell'insieme di studi e ricerche che riguarda la cultura cinese nei suoi vari aspetti e nelle varie epoche storiche.
  • Sinologie je vědní obor zabývající se studiem čínského jazyka, dále historií, kulturou a obecně problematikou týkající se Číny. Odborník v sinologii je sinolog.
  • A sinológia Kínával foglalkozó tudományág, Kína-kutatásnak is nevezhető. Magába foglalja a történelmi, földrajzi, filozófiai és nyelvi tudományokat is.
  • Синоло́гия (от позднелатинского Sina — Китай), или китаеведение, китаи́стика, — комплекс наук, изучающих историю, экономику, политику, философию, язык, литературу, культуру древнего и современного Китая. В Китае для науки о прошлом этой страны используется термин 汉学 (пиньинь hànxué) или 国学 (пиньинь guóxué, может быть переведено как «родиноведение»). Первый чаще используется в исследованиях истории и культуры ханьского этноса, второй — прочих национальностей, живущих на территории Китая.
  • Sinology literally means the study of China and Chinese topics. Sinology may also refer more strictly to the study of classical language and literature, with a philological approach, perhaps in an American academic context. Its origin, says one recent survey, "may be traced to the examination which Chinese scholars made of their own civilization."In the context of area studies, the European and the American usages differ.
  • Sinologia és l'estudi de la Xina i les coses relacionades amb la Xina, però, sobretot en el context acadèmic d'Amèrica, més estrictament es refereix a l'estudi dels clàssics de llengua i literatura, i l'enfocament filològic.
  • Die Sinologie („Chinawissenschaften“ oder „Chinakunde“; chinesisch 漢學 / 汉学, Pinyin hànxué) ist ein Fachgebiet der Sprach- und Kulturwissenschaften, das im 16. Jahrhundert entstand, und sich mit der chinesischen Sprache, Schrift, Philosophie und Geschichte befasst.Den Beginn der Sinologie machten christliche Missionare, die für ihre Aktivität in China die chinesische Sprache und Kultur studierten.
  • Sinologia ou estudos chineses é o estudo da civilização da China, o que normalmente exige profundos conhecimentos de um ou mais idiomas chineses. Na China 'sinologistas' às vezes são chamados afetivamente e com admiração 'perito sobre a China' (中國通).O início da sinologia se deu quando da penetração de missionários do ocidente, tal como o Padre Iakinf, o Padre Matteo Ricci, S.J., o Padre Michele Ruggieri, o Padre Adam Schall, S.J.
  • Sinologie is in algemeen gebruik de studie over China alle daaraan gerelateerde vakdomeinen, zoals Chinese aardrijkskunde, geschiedenis, filosofie en dergelijke. Hieronder vallen ook de Chinese talen en literatuur.Sino- is in Latijn Sinae en betekent Chinezen. Deze oorsprong van de betekenis staat echter ter discussie.Tussen Europese en Amerikaanse onderwijsinstituten bestaat er een verschil in de plaats binnen landenstudies.
  • Sinologia (a. chinoznawstwo; nazwa wywodzi się od łacińskiej nazwy Chin - Sina) jest to dziedzina naukowa zajmująca się wszystkim, co dotyczy Chin: językami chińskimi, kulturą, historią, systemami religijnymi i filozoficznymi (jak np. buddyzm, konfucjanizm, czy taoizm), literaturą, a także gospodarką itd. Za europejskiego pioniera sinologii można uznać Marco Polo, a za pioniera polskiego - jezuitę o. Michała Boyma.
  • Sinología es el estudio sobre China, su idioma y su cultura, ejercido por personas ajenas a la misma. Sino- deriva del griego Σίνα, que significa la China, y -logía a su vez de -λογία, o tratado, estudio, ciencia.En Occidente, el estudio de la China, data de los siglos XIII y XIV, época en que Marco Polo e Ibn Battuta introdujeron su cultura.
  • Синология (от къснолатинското Sina — Китай) или китаистика е комплекс от науки, изучаващи историята, икономиката, политиката, философията, езика, литературата, културута на Древен и съвременен Китай. В Китай за науката за миналото на тяхната страна се използва термина 汉学 (пинин hànxué) или 国学 (пинин guóxué, което може да бъде преведено като „родинознание“).
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