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  • Le shintoïsme d'État (国家神道, Kokka Shintō?) est le nom de l'idéologie promue par le gouvernement japonais depuis le début de l'ère Meiji jusqu'à sa défaite à l'issue de la Seconde Guerre mondiale. Initialement fondée sur la pratique continue du shintoïsme, avec la fusion des rites accomplis à la Cour impériale et des rites accomplis dans les sanctuaires shinto, le shintoïsme d'État devient la religion officielle de l'Empire du Japon. Cette idéologie porte l'empreinte d'un caractère nationaliste avec la réhabilitation des coutumes nationales pures et originales d'avant l'arrivée au Japon des croyances d'origine étrangère telles que le bouddhisme, le confucianisme, le taoïsme et le christianisme. Il y a cependant désaccord sur le point de savoir si le shintoïsme d'État est en lui-même une religion indépendante, ce qui n'est pas clairement prouvé tant du point de vue historique que du point de vue théologique car ce shintoïsme officiel met plutôt l'accent sur la morale, l'éthique et le respect teinté de mysticisme. Selon l'historien Kuroda Toshio, la conception du shinto comme religion native n'apparaît qu'avec l'émergence du kokugaku par Motoori Norinaga. Ce point de vue n'est cependant pas considéré dans certaines conditions relatives à la distinction du shintoïsme comme religion ou comme pratique séculaire.Le terme « shintoïsme d'État » n'est pas à l'origine un mot japonais et ne commence à être mentionné qu'à la fin du XIXe siècle en dehors du Japon par les japonologues étrangers. Sa traduction en japonais n'est rendue officielle qu'après la fin de la Seconde Guerre mondiale, pour décrire l'essentiel des idéaux, des rites shintoïstes et des institutions créées par le gouvernement pour promouvoir la divinité de l'empereur du Japon et l'identité nationale japonaise (kokutai). Il s'agit de distinguer le shintoïsme pratiqué depuis la fin de la guerre jusqu'à aujourd'hui parmi une des nombreuses religions qui existent au Japon et dont la pratique est limitée aux sanctuaires. Avec la promulgation de la « directive shinto » (神道指令, Shintō Shirei?) du 15 décembre 1945, le shintoïsme d'État est clairement défini dans le document comme « la branche du shinto qui diffère par la loi du shinto des sectes ». Les édits et les dispositions administratives qui ont inspiré la création du shintoïsme d'État en tant que tel sont: La séparation en 1882 du rôle des missionnaires de l'État de celui des kannushi (officiants shintoïstes), qui prêchent avec l'idée que les sanctuaires ne sont pas religieux. La création du « bureau shinto » (神社局, Jinja kyoku?) en 1900 qui intègre l'administration des autres sanctuaires religieux.À la suite de ces deux initiatives administratives, le shintoïsme (神社神道, shintō jinja?) est considéré comme synonyme du shintoïsme d'État ou shintoïsme national, et la surveillance et l'administration des sanctuaires et des rites shinto devient une question nationale d'une grande importance. Parmi les mesures les plus importantes de l'État impliquant la mise en place d'un système de sanctuaires impériaux et nationaux (官国币社, Kankoku Heisha?) à partir de fonds publics, figurent la présentation d'offrandes (神饌, shinsen?) aux sanctuaires municipaux, préfectoraux et d'autres types, et la systématisation des rituels et des prêtres des sanctuaires shintoïstes. Ces systèmes sont maintenus grâce à l'adoption de lois et de mesures administratives de toutes sortes mais techniquement, il n'existe pas de cadre juridique qui les définit entièrement de façon officielle. Les systèmes sont plutôt formés par l'adoption d'une série de lois individuelles et de stratégies administratives. Par conséquent, du point de vue de son cadre juridique, le shintoïsme d'État est très instable. En fait, le gouvernement cherche en permanence – mais en vain - à unifier les différents systèmes de sanctuaires dans un cadre juridique universel. Dans le cadre de ses efforts visant à créer un système unifié, le gouvernement organise également de nombreux comités de recherche. Le plus important est le « comité d'enquête du système des sanctuaires » (神社制度調査会, Jinja Seido Chōsakai?) établi en 1929, qui entraîne une révision drastique des dispositions administratives relatives aux sanctuaires. Parmi les propositions, l'administration s'adosse aux sanctuaires comme le Yasukuni-jinja d'une part et la création de l'« institut des divinités » ( 神祇 院 , Jingiin?) de l'autre.Avec la mise en place du gouvernement de Meiji en 1868, la liberté de culte est établie sous certaines conditions en conformité avec un organisme gouvernemental qui concentre toutes les administrations des affaires religieuses afin de mettre en œuvre la politique de séparation du bouddhisme et du shintoïsme. Plus tard, en 1871, tous les sanctuaires shinto au Japon deviennent propriété du gouvernement central (subordonnées au Ministère de l'intérieur ou au Ministère de l'Éducation). Après la capitulation du Japon qui met fin à la Seconde Guerre mondiale, le commandant suprême des forces alliées dissout ce complexe système, mettant ainsi fin au shintoïsme d'État.
  • O xintoísmo estatal (国家神道, Kokka Shintō?) foi a denominação da ideologia promovida pelo governo do Japão, desde inícios da era Meiji até à sua derrota na Segunda Guerra Mundial e que se baseava inicialmente na prática sustentada do xintoísmo, com a fusão dos ritos realizados na Corte Imperial e os ritos realizados nos santuários, e que se transformou na religião de Estado do Império do Japão. Esta ideologia teve um carácter nacionalista com a reconstrução dos originais e puros costumes nacionais antes da chegada dos sistemas de crenças de fé estrangeiros (budismo, confucionismo, taoísmo, cristianismo) ao Japão. No entanto, há discrepâncias sobre se o xintoísmo estatal é propriamente uma religião independente já que tal não está claramente comprovado tanto historicamente como no âmbito religioso-científico; mais é uma ordem moral, ética e de respeito com toques de misticismo. Segundo o historiador Kuroda Toshio, a concepção do xintoísmo como uma religião nativa só se desenvolveu com a aparição do Kokugaku por Motoori Norinaga. Esta opinião, não obstante, não está considerada sob algumas circunstâncias sobre a delimitação do xintoísmo como religião ou como um costume secular.O termo "xintoísmo estatal" não foi originalmente um termo japonês, e começou a mencionar-se em finais do século XIX fora do Japão por nipólogos estrangeiros. A sua tradução para a língua japonesa não se fez oficial até ter terminado a Segunda Guerra Mundial, para descrever num sentido amplo estes ideais, ritos e instituições xintoístas criados pelo governo para promover a divindade do Imperador do Japão e a identidade nacional japonesa (kokutai) e distingui-la do xintoísmo praticado desde a pós-guerra até hoje em dia, convertida numa das tantas religiões que existem no Japão e que só se limita aos santuários. Com a promulgação da Directiva Xintoísta (神道指令, Shintō Shirei?) de 15 de Dezembro de 1945, o xintoísmo estatal foi definido de maneira clara nesse documento como "o ramo do xintoísmo que se diferencia por lei do xintoísmo de seita". Os éditos e disposições administrativas que inspiraram a criação do xintoísmo estatal como tal foram: A separação em 1882 dos papéis de missionário do Estado e dos sacerdotes xintoístas; A criação da Oficina Xintoísta (神社局, Jinja kyoku?) em 1900 que desagregava a administração dos santuários de outras instituições religiosas.Como consequência destas duas iniciativas administrativas, o xintoísmo de santuário (神社神道, Jinja Shintō?) foi considerado como sinónimo do xintoísmo estatal ou do xintoísmo nacional, e a supervisão e administração dos santuários e ritos xintoístas eram um assunto nacional de grande importância. Entre as medidas administrativas mais importantes contam-se a fundação de um sistema de santuários imperiais e nacionais (官国幣社, Kankoku Heisha?) a partir dos fundos estatais, a apresentação de oferendas (神饌, shinsen?) a santuários municipais, prefeiturais e de outros tipos, e a sistematização de ritos e sacerdotes dos santuários xintoístas. Estes sistemas mantiveram-se através da promulgação de leis e medidas administrativas de vários tipos, mas tecnicamente não havia um marco legal sistemático oficial que os definisse totalmente. Os sistemas formaram-se através da promulgação de uma série de leis individuais e estratégias administrativas. Em consequência, o xintoísmo estatal foi em termos de legalidade extremamente instável. De facto, o governo procurou de maneira sustentada a unificação dos diferentes sistemas de santuários e conformar um marco legal universal, mas foi em vão. Como parte dos seus esforços para criar um sistema unificado, o governo também convocou numerosos comités de investigação. O mais importante foi o Comité de Investigação do Sistema de Santuários (神社制度調査会, Jinja Seido Chōsakai?) estabelecido em 1929, que procurava conduzir uma revisão drástica das disposições administrativas aos santuários. Entre as propostas, apoiava-se na administração de santuários como o santuário Yasukuni por um lado e a criação do Instituto de Divindades (神祇院, Jingiin?) por outro.Em 1868, com o estabelecimento do governo Meiji, foi estabelecida a liberdade de culto com certas condições e formou-se um organismo governamental que concentrou todos os assuntos religiosos e a sua administração com o fim de fazer cumprir a ordem governamental de separar o budismo do xintoísmo; posteriormente em 1871, todos os santuários xintoístas no Japão converteram-se em propriedade do governo central (subordinados ao Ministério do Interior ou ao Ministério da Educação). Após a rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial, o Comandante Supremo das Forças Aliadas dissolveu este complexo sistema, pondo fim ao xintoísmo estatal.
  • 국가신도(國家神道, 일본어: 国家神道 (こっかしんとう) 곳카신토[*])는 일본제국 정부의 황국사관적 정책에 의해 성립되었던 국가종교였다. 국체신도(國體神道), 신사신도(神社神道)라고도 한다.
  • El sintoísmo estatal (国家神道, Kokka Shintō?) fue la denominación de la ideología promovida por el gobierno de Japón, desde comienzos de la era Meiji hasta su derrota en la Segunda Guerra Mundial y que se basaba inicialmente en la práctica sostenida del sintoísmo, con la fusión de los ritos realizados en la Corte Imperial y los ritos realizados en los santuarios, y que se transformó en la religión de Estado del Imperio de Japón. Dicha ideología tuvo un carácter nacionalista con la reconstrucción de las originales y puras costumbres nacionales antes de la llegada de los sistemas de creencias de fe extranjeros (budismo, confucianismo, taoísmo, cristianismo) a Japón. Sin embargo, existen discrepancias sobre si el sintoísmo estatal, es propiamente una religión independiente ya que no están claramente comprobados tanto históricamente como en el ámbito religioso-científico; y más bien se centraba en una orden moral, ética y respeto con tintes de misticismo. Según el historiador Kuroda Toshio, la concepción del sintoísmo como una religión nativa sólo se desarrolló con la aparición del Kokugaku por Motoori Norinaga. Esta opinión, no obstante, no está considerada bajo algunas circunstancias sobre la delimitación del sintoísmo como religión o como una costumbre secular.El término “sintoísmo estatal” no fue originalmente un término japonés, y comenzó a mencionarse a finales del siglo XIX fuera de Japón por japonólogos extranjeros. Su traducción al idioma japonés no se hizo oficial hasta haber finalizado la Segunda Guerra Mundial, para describir en un sentido amplio estos ideales, ritos e instituciones sintoístas creados por el gobierno para promover la divinidad del Emperador de Japón y la identidad nacional japonesa (kokutai) y distinguirla del sintoísmo practicado desde la posguerra hasta hoy en día, convertida en una de las tantas religiones que existen en Japón y que sólo se limita a los santuarios. Con la promulgación de la Directiva Sintoísta (神道指令, Shintō Shirei?) del 15 de diciembre de 1945, el sintoísmo estatal fue definido de manera clara en dicho documento como "la rama del sintoísmo que se diferencia por ley del sintoísmo de secta". Los edictos y disposiciones administrativas que inspiraron a la creación del sintoísmo estatal como tal fueron: La separación en 1882 de los roles de misioneros del Estado y de los sacerdotes sintoístas, que predicaban bajo la idea de que los santuarios eran entidades no religiosas; La creación de la Oficina Sintoísta (神社局, Jinja kyoku?) en 1900 que disgregaba la administración de los santuarios de otras instituciones religiosas.Como consecuencia de estas dos iniciativas administrativas, el sintoísmo de santuario (神社神道, Jinja Shintō?) fue considerado como sinónimo del sintoísmo estatal o del sintoísmo nacional, y la supervisión y administración de los santuarios y ritos sintoístas eran un asunto nacional de gran importancia. Entre las medidas administrativas más sobresalientes involucraron la fundación de un sistema de santuarios imperiales y nacionales (官国幣社, Kankoku Heisha?) a partir de los fondos estatales, la presentación de ofrendas (神饌, shinsen?) a santuarios municipales, prefecturales y de otros tipos, y la sistematización de ritos y sacerdotes de los santuarios sintoístas. Estos sistemas se mantuvieron a través de la promulgación de leyes y medidas administrativas de varias clases, pero técnicamente no había un marco legal sistemático oficial que los definiese totalmente. Más bien, los sistemas se formaron a través de la promulgación de una serie de leyes individuales y estrategias administrativas. En consecuencia, el sintoísmo estatal fue en términos de su marco legal extremadamente inestable. De hecho, el gobierno buscó de manera sostenida la unificación de los diferentes sistemas de santuarios y conformar un marco legal universal, pero fue en vano. Como parte de sus esfuerzos de crear un sistema unificado, el gobierno también convocó numerosos comités de investigación. El más importante fue el Comité de Investigación del Sistema de Santuarios (神社制度調査会, Jinja Seido Chōsakai?) establecido en 1929, que buscaba conducir una revisión drástica de las disposiciones administrativas a los santuarios. Entre las propuestas, se apoyaba la administración de santuarios como el santuario Yasukuni por un lado y la creación del Instituto de Deidades (神祇院, Jingiin?) por el otro.En 1868, con el establecimiento del gobierno Meiji, se estableció la libertad de culto con ciertas condiciones y conformó un organismo gubernamental que concentró todos los asuntos religiosos y su administración con el fin de hacer cumplir la orden gubernamental de separar el budismo del sintoísmo; posteriormente en 1871, todos los santuarios sintoístas en Japón se convirtieron en propiedad del gobierno central (subordinados al Ministerio del Interior o al Ministerio de Educación). Luego de la rendición japonesa en la Segunda Guerra Mundial, el Comandante Supremo de las Fuerzas Aliadas disolvió este complejo sistema, poniendo fin al sintoísmo estatal.
  • State Shintō (国家神道, Kokka Shintō) is a neologism introduced during the Occupation of Japan in 1945 to identify certain aspects of Japanese patriotism as "religious". The Meiji Constitution adopted a separation of church and state based on the Prussian model, but the American-authored Shinto Directive redefined this separation and privatized some elements of the Japanese government, creating the concept of "State Shinto". In the Empire of Japan, shrines were considered secular organs of the state, a classification that garnered no serious opposition from the Japanese public.When they defined the concept of "religion", the Japanese distinguished shrines from the term Shinto, identified with the category called Sect Shinto today. At first, a ritual bureau called the Jingi-kan was established to propagate kokugaku-related information, but the Diet of Japan rejected calls to make this a "state religion", and it was soon disbanded. A number of rules were established to keep shrines from sectarian doctrines and religion in general. For example, preaching at shrines was forbidden, shrine officials were prohibited from conducting funerals, and the use of the torii gate was restricted to government-owned shrines.In a 1911 article, the head of the Home Ministry declared that attendance at shrines was not a matter of religious faith but of respect for one's ancestors and the nation. In 1936, the Catholic Church's Propaganda Fide announced that visits to shrines had "only a purely civil value". According to the religious scholar Jason Ānanda Josephson, It is inaccurate to describe shrines as constituting a "state religion" or a "theocracy" during this period since they lacked organization or doctrine. However, American missionaries and Protestant groups they influenced continued to object to this classification.After the surrender of Japan American forces re-analyzed the data and determined that Japan had constructed a "state religion". In December 1945, the elements of this State Shinto were announced and privatized. On 1 January 1946, Emperor Shōwa issued a statement, sometimes referred to as the Humanity Declaration, in which he quoted the Five Charter Oath of Emperor Meiji and announced that he was not a kami and Japan was not built on myths. As a result of the privatization of shrines, Yasukuni Shrine in Tokyo, a monument to war dead, has become a "religious corporation".
  • Der Staats-Shintō (jap. 国家神道 kokka shintō) war im engeren Sinn der von der Meiji-Restauration bis zur Niederlage im Zweiten Weltkrieg in Japan von der Regierung als Staatsideologie geförderte Shintō, ab 1900 ausschließlich der Schrein-Shintō.Er sollte im Sinne einer nationalen Einung Japans eine Rekonstruktion der ursprünglichen und reinen nationalen japanischen Gebräuche und Sitten sein, wie es sie vor der Ankunft der ausländischen Glaubenssysteme (Buddhismus, Konfuzianismus, Daoismus, Christentum) in Japan gegeben haben solle. Ab wann es Shintō als eigenständige Religion tatsächlich gegeben hat, ist weder historisch noch religionswissenschaftlich geklärt. Vom Historiker Kuroda Toshio (1926–93) wurde sogar die These vertreten, die Vorstellung vom Shintō als einer indigenen Religion sei erst in der Kokugaku unter Motoori Norinaga entwickelt worden. Diese Ansicht gilt aber keinesfalls als gesichert.Der Begriff „Staats-Shintō“ ist kein originär japanischer Begriff, er wurde bereits im späten 19. Jahrhundert von Autoren außerhalb Japans bzw. ausländischen Beobachtern in Japan gebraucht. Seine Übersetzung ins Japanische fand erst nach Ende des Zweiten Weltkriegs statt, zuvor gab es keinen entsprechenden japanischen Begriff.Die politischen und geschichtlichen Bedingungen des Staats-Shintō gehen bis in die Zeit vor der Taika-Reform zurück, wobei sich der Begriff „Staats-Shintō“ in seiner allgemeinen Bedeutung auf diese gesamte Vorgeschichte als auch auf die Zeit nach Kriegsende beziehen kann.Da in der Meiji-Verfassung nach europäischem Vorbild die Religionsfreiheit vorgeschrieben war, wurde von offizieller Seite die Ansicht vertreten, dass der staatlich propagierte und betriebene Schrein-Shintō keine Religion sei. Die Schreine wurden verschiedenen Institutionen innerhalb des Innenministeriums bzw. des Bildungsministeriums unterstellt (siehe dazu auch die Tabelle der Institutionen) und erhielten Unterstützung aus öffentlichen Kassen. Nach dem Ende des Zweiten Weltkriegs durch die Kapitulation Japans wurde der Staats-Shintō vom Generalkommando der Alliierten durch das später „Shintō-Direktive“ genannte Dekret aufgelöst.
  • 国家神道(こっかしんとう)とは、大日本帝国の国教、あるいは祭祀の形態の歴史学的呼称である。「国体神道」や「神社神道」とも、また、単に「神社」とも称した。
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  • Le shintoïsme d'État (国家神道, Kokka Shintō?) est le nom de l'idéologie promue par le gouvernement japonais depuis le début de l'ère Meiji jusqu'à sa défaite à l'issue de la Seconde Guerre mondiale. Initialement fondée sur la pratique continue du shintoïsme, avec la fusion des rites accomplis à la Cour impériale et des rites accomplis dans les sanctuaires shinto, le shintoïsme d'État devient la religion officielle de l'Empire du Japon.
  • 국가신도(國家神道, 일본어: 国家神道 (こっかしんとう) 곳카신토[*])는 일본제국 정부의 황국사관적 정책에 의해 성립되었던 국가종교였다. 국체신도(國體神道), 신사신도(神社神道)라고도 한다.
  • 国家神道(こっかしんとう)とは、大日本帝国の国教、あるいは祭祀の形態の歴史学的呼称である。「国体神道」や「神社神道」とも、また、単に「神社」とも称した。
  • El sintoísmo estatal (国家神道, Kokka Shintō?) fue la denominación de la ideología promovida por el gobierno de Japón, desde comienzos de la era Meiji hasta su derrota en la Segunda Guerra Mundial y que se basaba inicialmente en la práctica sostenida del sintoísmo, con la fusión de los ritos realizados en la Corte Imperial y los ritos realizados en los santuarios, y que se transformó en la religión de Estado del Imperio de Japón.
  • Der Staats-Shintō (jap.
  • State Shintō (国家神道, Kokka Shintō) is a neologism introduced during the Occupation of Japan in 1945 to identify certain aspects of Japanese patriotism as "religious". The Meiji Constitution adopted a separation of church and state based on the Prussian model, but the American-authored Shinto Directive redefined this separation and privatized some elements of the Japanese government, creating the concept of "State Shinto".
  • O xintoísmo estatal (国家神道, Kokka Shintō?) foi a denominação da ideologia promovida pelo governo do Japão, desde inícios da era Meiji até à sua derrota na Segunda Guerra Mundial e que se baseava inicialmente na prática sustentada do xintoísmo, com a fusão dos ritos realizados na Corte Imperial e os ritos realizados nos santuários, e que se transformou na religião de Estado do Império do Japão.
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