La prohibition des drogues est un principe d'interdiction - ou de réglementation stricte - sur la production, le commerce et l'usage de psychotropes qui peut être édictée par la loi, la morale ou la religion. La libéralisation des drogues est la politique opposée à la prohibition.Au niveau international, cette politique a été mise en place par diverses conventions de l'ONU (conventions internationales de 1961, 1971 et 1988).

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  • La prohibition des drogues est un principe d'interdiction - ou de réglementation stricte - sur la production, le commerce et l'usage de psychotropes qui peut être édictée par la loi, la morale ou la religion. La libéralisation des drogues est la politique opposée à la prohibition.Au niveau international, cette politique a été mise en place par diverses conventions de l'ONU (conventions internationales de 1961, 1971 et 1988). Plusieurs organes internationaux existent pour faire respecter l'application de ces textes, comme l'Office des Nations unies contre la drogue et le crime ou l'Organe international de contrôle des stupéfiants, et ils sont relayés sur le plan national par des structures locales.
  • The prohibition of drugs through sumptuary legislation or religious law is a common means of attempting to prevent the recreational use of the prohibited drugs.While some drugs are illegal to possess, many governments regulate the manufacture, distribution, marketing, sale and use of certain drugs, for instance through a prescription system. Only certain drugs are banned with a "blanket prohibition" against all possession or use. However, a continuing problem remains in effect, as the prohibited drugs continue to be available through illegal trade, see illegal drug trade, also known as the Black Market. The most widely banned substances include psychoactive drugs, although blanket prohibition also extends to some steroids and other drugs. Many governments do not criminalize the possession of a limited quantity of certain drugs for personal use, while still prohibiting their sale or manufacture, or possession in large quantities. Some laws set a specific volume of a particular drug, above which is considered ipso jure to be evidence of trafficking or sale of the drug.[citation needed] Drug prohibition is responsible for enriching "organised criminal networks", according to some critics while hypothesis that the prohibition of drugs generates violence is consistent with research done over long time-series and cross-country facts.Some Islamic countries prohibit the use of alcohol, see List of countries with alcohol prohibition. Many governments levy a sin tax on alcohol and tobacco products, and restrict alcohol and tobacco from sales or gifts to minors. Other common restrictions include bans on outdoor drinking and indoor smoking. In the early 20th Century, many countries had alcohol prohibition. These include The United States (1920–1933), Finland (1919–1932), Norway (1916–1927), Canada (1901–1948), Iceland (1915–1922) and the Russian Empire/USSR (1914–1925).
  • As Drogas Ilícitas são aquelas que não são permitidos pela lei, ou seja, são ilegaisDroga ilícita, um termo de caráter essencialmente moral e sem definição jurídica, é usado vulgarmente para referir de modo um tanto impreciso toda e qualquer substância química ou composto químico natural ou artificial que tenha efeito psicoativo e que seja proibida por lei. Note-se que algumas drogas, ilícitas em determinados países, são permitidas e de uso corriqueiro em outros países, onde o seu uso é aceito culturalmente. Veja-se o exemplo do álcool, proibido em países muçulmanos, mas permitido no Ocidente.No uso corrente, trata-se de substância psicoativa produzida, vendida ou usada fora dos canais sancionados legalmente, porém qualquer outra substância, se produzida ou comercializada ilegalmente, é ilícita. Tais substâncias podem ser sintéticas ou mesmo estar contidas em produtos naturais, como plantas ou animais.As substâncias psicoativas, além do efeito psicológico e social determinado pela condição de uso, atuam no cérebro por meio de diversos receptores de neurotransmissores, podendo ser responsável pela sensação de prazer, dor, medo, ansiedade, entre outras. Vivemos em uma sociedade cujo hedonismo (do grego, hedoné, que significa “prazer”) está fundamentado no consumo de realização imediata e algumas pessoas, independente da idade, da renda e da escolaridade, buscam nestas substâncias e no contexto do uso tais efeitos tanto como uma fuga dos problemas e, como processo, a busca de mais prazer. Sendo que a grande maioria dos usuários no ocidente desempenham usos de caráter lúdico, ou seja, usos não medicamentosos e não religiosos ou ritualísticos.Historicamente, houve vários momentos em que drogas atualmente ilícitas serviram como arma de dominação ou como medicamento. Os melhores exemplos históricos de dominação são dados pelo colonialismo e pelo imperialismo. No século XIX, diante da resistência da China ao domínio ocidental, a Inglaterra estimulou o consumo de ópio entre os chineses, chegando a guerrear contra o governo desse país (Guerra do Ópio) por causa da proibição do comércio da droga. O álcool, cujo consumo é lícito no Ocidente, também foi usado pelos conquistadores europeus nas Américas, do século XV até o século XX), para enfraquecer e dominar os povos nativos. Já como medicamento o melhor caso exemplar é o da cocaína que fora usada, no século XIX e início do XX, como um estimulante medicinal, posteriormente substituído pela anfetamina. Há, na história do século XX, uma clara evolução destas substâncias sintéticas que foram sendo passadas do uso medicinal para o veterinário e, por fim, ao uso ilegal sob o argumento técnico de que as novas substâncias teriam menores efeitos colaterais e maior eficácia médica sendo, portanto, mais seguras.No entanto, é fundamental que se observe, tal como ocorreu com o álcool etílico nos Estado Unidos da América no início do século XX, que nem toda substância é banida da legalidade por questões estritamente relacionadas à saúde do usuário ou à sua eficácia médica. Em diversas situações a ilegalidade é fundamentada em questões morais, políticas ou econômicas. Atualmente a Interpol estima que o mercado mundial destas substâncias ilícitas movimente meio bilhão de dólares por ano. Favorecendo e beneficiando diversas organizações criminosas diretamente relacionadas à corrupção de funcionários públicos dos setores de segurança pública, segurança nacional, sistema bancário, poder judiciário, entre diversos outros. Deste modo, a manutenção da ilegalidade também está relacionada ao poder e a renda de certos grupos que atuam no setor criminal. Segundo dados da Polícia Federal Brasileira e da Interpol o Brasil é rota internacional de 90% de toda cocaína comercializada no mundo e os recursos financeiros originários desta comercialização está, segundo a CPI do Narcotráfico de 1991, sendo usado no financiamento eleitoral de políticos como o então intitulado João de Deus, deputado federal brasileiro que declarou à CPI ter ganhado na Loteria Federal mais de 240 vezes e que foi investigado por envolvimento na lavagem de dinheiro, originário deste comércio ilegal, por meio da compra de bilhetes premiados da loteria federal e que, por sua vez, era um grande defensor da manutenção desta ilegalidade.A lavagem de dinheiro ilícito e suas consequências (sonegação fiscal, evasão de divisas, etc.) é um dos principais problemas relacionados a este comércio e ocorre de diversos modos além da compra clandestina de prêmios de loterias. Ele também é feito por meio de igrejas (que no Brasil não são obrigadas a declarar a origem de sua renda), de jogos de aposta (como foi o caso do bingos brasileiros), estabelecimentos comerciais, entre tantos outros.
  • La prohibición de drogas está basada en un principio de interdicción – o reglamentación estricta – sobre la producción, el comercio, y/o el uso de sustancias psicotrópicas, lo que puede ser ordenado y reglamentado por la ley, la moral, y/o la religión. La legalización de drogas es la política o la orientación opuesta a la prohibición. A nivel internacional, esta política ha sido recomendada y contemplada en varias convenciones de la ONU (convenciones de los años 1961, 1971, y 1988). Varios órganos internacionales han sido creados para dar seguimiento y hacer respetar la aplicación de estos textos, como ser la 'Oficina de Naciones Unidas contra la Droga y el Delito' y la 'Junta Internacional de Fiscalización de Estupefacientes', instancias que tienen sus contrapartidas o enlaces en los distintos niveles nacionales a través de estructuras e instituciones locales.
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  • La prohibición de drogas está basada en un principio de interdicción – o reglamentación estricta – sobre la producción, el comercio, y/o el uso de sustancias psicotrópicas, lo que puede ser ordenado y reglamentado por la ley, la moral, y/o la religión. La legalización de drogas es la política o la orientación opuesta a la prohibición. A nivel internacional, esta política ha sido recomendada y contemplada en varias convenciones de la ONU (convenciones de los años 1961, 1971, y 1988).
  • As Drogas Ilícitas são aquelas que não são permitidos pela lei, ou seja, são ilegaisDroga ilícita, um termo de caráter essencialmente moral e sem definição jurídica, é usado vulgarmente para referir de modo um tanto impreciso toda e qualquer substância química ou composto químico natural ou artificial que tenha efeito psicoativo e que seja proibida por lei.
  • The prohibition of drugs through sumptuary legislation or religious law is a common means of attempting to prevent the recreational use of the prohibited drugs.While some drugs are illegal to possess, many governments regulate the manufacture, distribution, marketing, sale and use of certain drugs, for instance through a prescription system. Only certain drugs are banned with a "blanket prohibition" against all possession or use.
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  • Prohibition des drogues
  • Droga ilícita
  • Prohibición de drogas
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