Le passage des Alpes par Hannibal est une étape majeure de la marche vers l’Italie de l’armée d’Hannibal Barca, réalisée à la fin de l’année 218 av. J.-C., au début de la deuxième guerre punique déclenchée contre Rome. La voie terrestre par le sud de la Gaule est la seule possible pour conduire plusieurs dizaines de milliers d'hommes d'Espagne en Italie.

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  • Le passage des Alpes par Hannibal est une étape majeure de la marche vers l’Italie de l’armée d’Hannibal Barca, réalisée à la fin de l’année 218 av. J.-C., au début de la deuxième guerre punique déclenchée contre Rome. La voie terrestre par le sud de la Gaule est la seule possible pour conduire plusieurs dizaines de milliers d'hommes d'Espagne en Italie. De surcroît, Hannibal espère trouver des alliés parmi les tribus gauloises de Gaule cisalpine, en arrivant dans un territoire mal contrôlé par les Romains. Après avoir traversé le Languedoc et passé le Rhône, Hannibal évite d'affronter l'armée de Scipion débarquée dans les bouches orientales du Rhône et conduit ses troupes à travers les Alpes en dix jours d'approche, neuf jours de montée au milieu de tribus hostiles, deux jours de regroupement au col et quatre jours de descente en se taillant un chemin dans le versant, pour parvenir enfin dans la plaine du Pô. Quoique difficile, le franchissement des Alpes par une armée n'est pas exceptionnel dans l'Antiquité. C'est la figure de son chef de guerre Hannibal et la présence des éléphants qui lui donnent un relief unique et ont contribué à sa célébrité.L’itinéraire emprunté par Hannibal, déjà objet de thèses concurrentes dans l'Antiquité, reste toujours sujet à polémiques. Toutes les hypothèses avancées depuis l'époque de la Renaissance, souvent par des spécialistes mais aussi par des auteurs plus imaginatifs, sont fondées sur l’interprétation des textes de Polybe, volontairement vague, et de Tite-Live, qui tantôt s'appuie sur Polybe, tantôt en diverge, tandis que l'archéologie n'a pas apporté d'éléments probants. Près d’un millier d’ouvrages ont été déjà écrits sur le sujet. Encore actuellement, et quoique le passage par le Rhône et le col du Grand-Saint-Bernard ne soit plus envisagé, plusieurs théories s'affrontent, entre un passage par la Tarentaise et le col du Petit-Saint-Bernard, ou par les cols unissant la vallée de la Maurienne et le val de Suse (comme le col Clapier ou Savine-Coche), ou enfin des passages méridionaux empruntant la Durance ou l'Ubaye. Les reconstitutions réalisées au XXe siècle avec quelques éléphants sont davantage des exploits médiatiques et sportifs que des arguments en faveur d'un itinéraire. Pour Colette Jourdain-Annequin, « l'historien doit se résoudre au doute méthodique et reconnaître qu'il ne peut offrir aucune preuve donc aucune certitude ».
  • Походът на Ханибал през Алпите се осъществява през 218 г. пр.н.е. и е едно от най-големите постижения на Втората пуническа война, както и един от най-прочутите военни подвизи в древните и антични войни, а и във войните въобще в цялата военна история.
  • Hannibals Alpenüberquerung im Jahre 218 v. Chr. zählt zu den überlieferten Ereignissen während des Zweiten Punischen Krieges. Sie gilt auch heute noch als taktische und logistische Meisterleistung. Sie war der Auftakt eines mehrjährigen Krieges auf der italienischen Halbinsel gegen Rom.
  • Hannibal crossing the Alps, in 218 BC, was one of the major achievements of the Second Punic War, and one of the most celebrated achievements of any military force in ancient warfare.
  • Durante a Segunda Guerra Púnica, Aníbal preparava-se para atacar Roma.A missão romana retorna ciente da hostilidade da Hispânia, da neutralidade dos gauleses e do apoio de Massilía. Quando os dois novos cônsules foram escolhidos, Públio Cornélio Cipião foi incumbido de considerar a Hispânia como sua "província", e que desenvolvesse uma nova frota, pois o sítio e a pilhagem de Sagunto não poderia ser tolerado, sob a pena de abalar sua reputação entre gauleses e iberos. Os cartagineses iberos possuíam apenas alguns navios de guerra para a proteção da navegação entre a península Ibérica e a África do Norte. Cientes de sua supremacia marítima, os romanos se prepararam para transportar suas legiões, via Massilía (atual Marselha), para uma invasão dos territórios de Nova Cartago ao sul do rio Ebro. Contudo, Aníbal não se preparava para defender seus novos territórios, nem planejava cruzar o rio para prosseguir com sua campanha ao norte. Os próprios romanos também não consideravam o ataque pelos Alpes, pois tal jornada implicaria nada menos do que quinze centenas de milhas.Aníbal instruiu Asdrúbal para assumir o comando na Hispânia caso se ausentasse durante um ataque romano, além de conseguir o apoio da maior parte da península Ibérica, deixou seu irmão comandando o forte e nova cidade-porto e ainda reuniu a tropa que julgava necessária. Devido à sua estratégia, a guerra havia sido declarada pelos romanos, que seriam vistos como causadores do rompimento do tratado com Cartago. Isso foi mostrado às tribos gaulesas como um exemplo da falta de palavra de Roma.Aníbal dispôs tropas para salvaguardar tanto a África quanto a península Ibérica, e para assegurar-se de que seu irmão não enfrentaria problemas de lealdade enquanto ele estivesse distante, adotou a política de transferir tropas iberas para a África e tropas africanas para a Ibéria.Políbio afirmou: As tropas que rumaram para a África eram formadas pelos tersitas, mastianos, oretanos e ólcades, e somavam doze centenas de cavaleiros e treze mil, oitocentos e cinquenta soldados de infantaria, ao lado dos quais estavam oitocentos e setenta baleárides (fundibulários). (...) Ele estacionou a maioria dessas tropas em Metagônia, na Líbia, e algumas na própria Cartago. Das assim chamadas cidades metagonitas ele enviou quatro mil soldados de infantaria a Cartago, a título de reforço e de garantia. Na Hispânia, deixou quinze mil homens, vinte e um elefantes e uma pequena frota de aproximadamente cinquenta navios de guerra. Como evidência para documentação das medidas de Aníbal, Políbio conclui: "A ninguém deve surpreender a exatidão das informações que aqui forneço sobre os preparativos de Aníbal na Hispânia (...) O fato é que eu encontrei no Promontório Lacínio (no sul da Itália) uma placa de bronze na qual o próprio Aníbal fez essas anotações durante o tempo em que esteve na Itália, e julgando ser este um achado de magnífica autoridade, decidi seguir o documento.Na primavera de 218 a.C., as tropas foram deslocadas dos quartéis de inverno para o norte onde cruzaram o Ebro com doze mil cavaleiros e noventa mil soldados de infantaria. Na Catalunha, entre o rio Ebro e os Pirenéus, encontraram resistentes tribos das montanhas. Sua passagem foi fortemente impedida, e muitas aldeias precisaram ser arrasadas antes que eles conseguissem prosseguir. Essa resistência não era esperada, contudo, ficou claro que ele havia partido com uma força maior do que a pretendida para a campanha, haja vista que deixara encarregados do novo território e de manter guarda sobre os desfiladeiros entre a península Ibérica e a Gália mil cavaleiros e dez mil soldados de infantaria, sob o comando de seu irmão Hanão.Contornando o porto grego de Ampúrias, o exército foi em direção aos Pirenéus. Após Aníbal ter exposto o seu plano de campanha às tropas, qualquer demora mais prolongada do que o necessário à conclusão das preparações finais para a marcha deveria ser evitada, pois possuía informações de que a época ideal para transpor os Alpes era o verão. Contudo, o tempo necessário para alcançá-los foi maior do que o pretendido. Isso pode ser atribuído a uma partida tardia ou resistência das tribos ao norte do Ebro. Uma vez nos Pirenéus, houve as primeiras reações da tropa, pois não haviam encontrado cidades ricas e pilhagens fáceis, os Pirenéus pareciam temíveis demais, além da revelação de que rumavam para os Alpes. "Influenciados menos pela guerra do que pela longa marcha e a impossibilidade de cruzar os Alpes", três mil soldados da infantaria carpetana puseram-se a voltar. Tito Lívio relata: "Chamá-los de volta ou detê-los teria sido forçosamente arriscado, já que tal atitude poderia criar ressentimento nos corações selvagens dos demais. Então, Aníbal enviou de volta a seus lares mais sete mil, os quais estavam, segundo observou, relutantes quanto à empreitada, e fingiu ter também despachado os carpetanos".Com a tamanho reduzido exército que seguiu somava 50 000 soldados de infantaria e 9000 cavaleiros. Isso significa que a infantaria tinha sido reduzida quase pela metade, e a cavalaria em um quarto. Políbio, que fora um destacado general antes de se tornar historiador militar, comenta: "Ele tinha, agora, um exército não tão forte em número, mas prestimoso e altamente treinado pela longa série de guerras na Hispânia". Aníbal bem pode ter reconhecido que, em vista das campanhas que estavam por vir, seria mais proveitoso cercar-se de uma reduzida força de veteranos afiados em batalhas do que de uma milícia duas vezes maior, menos experiente e carente de determinação.Apesar de contar com grande número de cavaleiros, as tropas também levavam 37 elefantes que seguiram desde a península Ibérica, através dos Pirenéus e do Ródano, sobre os Alpes, até à península Itálica. Não há registro de que algum deles tenha morrido durante a marcha, mas está escrito que, quando o Aníbal chegou ao destino, seus elefantes ainda permaneciam com ele.A utilização de elefantes de guerra era bastante antiga no oriente, embora só tivessem sido mencionados nas campanhas de Alexandre, o Grande, quando em 313 a.C. derrotou Dario III, da Pérsia, que tinha 15 elefantes em seu exército na Batalha de Gaugamela. Estes animais, treinados para a guerra, traziam no lombo assentos chamados "howdah" com arqueiros, eram da espécie indiana e tinham cerca de dez pés de altura. Vontudo, a maioria dos usados pelos cartagineses eram elefantes-africanos, não elefantes das savanas, ainda maiores que os indianos, mas sim de elefantes das florestas, medindo pouco menos de oito pés. Moedas cunhadas em Cartagena aproximadamente na mesma época do início a guerra de Aníbal descrevem esta espécie de elefante, sendo evidência disso o tamanho relativo do condutor montado no animal e as costas côncavas, as grandes orelhas e a tromba enrugada que os distinguem das outras duas variedades. O tamanho relativamente pequeno do elefante da floresta facilitou a sua passagem pelas montanhas sem as dificuldades que a variedade indiana teria encontrado.Seus condutores eram mencionados como "indianos" porque os egípcios, quando começaram a importar elefantes para guerra, fizeram vir seus treinadores da Índia, onde os elefantes há muito eram utilizados. Estes animais eram empregados principalmente contra as cavalarias, pois os cavalos ficavam aterrorizados diante de sua aparição, seu cheiro e seu bramido, além de o tamanho e a aparência assustadora dos elefantes afugentar os membros de tribos nativas (séculos mais tarde, durante a segunda campanha de Júlio César, na Britânia, um elefante indiano, carregando um cesto com arqueiros a bordo, semeou o terror entre Cassivelaunos e seus bretões, e facilitou a travessia romana do Tamisa). É provável que um dos elefantes de Aníbal fosse de variedade indiana; mencionado uma única vez durante a campanha na Itália, tem o nome de Surus, o Sírio, e a Síria era a região de onde os elefantes indianos há muito eram obtidos.Enquanto Aníbal cruzava os Pirenéus, os romanos, em vista das notícias que os cartagineses cruzaram o Ebro antes do esperado, determinaram o envio dos cônsules Públio Cornélio Cipião e Tibério Semprônio Longo com suas legiões, o primeiro para a Hispânia e o segundo para a África. A intenção era atacar diretamente Cartago, investindo ao mesmo tempo contra o novo império púnico no oeste.O que não era esperado era que os gauleses boios, no norte da Itália, entusiasmados pela notícia de que Aníbal estava em marcha, se rebelassem contra Roma e, conclamando seus aliados, os ínsubres, para se unirem a eles, invadissem a terra que os romanos haviam colonizado. Os gauleses, valendo-se de seu habitual poder de fogo, apanharam os romanos desprevenidos, obrigando-os a revisar seus planos prévios. As legiões que partiriam para a península Ibérica não poderiam ser dispensadas até que o problema na Gália Cisalpina fosse contornado.A invasão da África do Norte foi adiada, Roma, que contava com a derrota dos cartagineses na Hispânia, estava com seu território sob ameaça. Enquanto isso, o exército cartaginês, através da rota do Passo Perthus, transpunha os Pirenéus. A primeira tarefa de Aníbal após a travessia era ter um contato amigável com os gauleses. Enviando antecipadamente embaixadores para explicar suas intenções, ele fez os arranjos para encontrar-se com os chefes locais em Rossilão (Castel-Roussillon) conseguindo convencê-los de que a guerra era contra Roma e para auxiliar os gauleses do norte da Itália. Após a conversação (e subornos) permitiram a passagem por seu território.
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  • Hannibal et les Alpes, une traversée, un mythe
  • Hannibal. La traversée des Alpes par la Tarentaise et le col du Petit-Saint-Bernard
  • Hannibal chez les Allobroges : 218 avant Jésus-Christ. La Grande Traversée des Alpes
  • Hannibal. The struggle for power in the Mediterranean
  • Hannibal, l'énigmatique traversée des Alpes
  • La province romaine des Alpes cottiennes
  • Itinéraire transalpin d'Hannibal : énigme et résolution géographique
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  • Hannibal, les sources antiques et la construction d’un mythe
  • Hannibal et les Alpes : l'identification du col franchi et son contexte environnemental
  • Par quel col Hannibal est-il passé ? Une littérature sans fin ...
  • Hannibal et la découverte de l'interland alpin
  • Hannibal, archétype de l'imaginaire héroïque
  • Les Gaulois des deux versants des Alpes
  • Polybe et Tite-Live
  • Les hommes en armes et les armes dans l'art rupestre du second âge du Fer dans le val de Suse et la Valcenischia
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  • Hannibal et les Alpes, une traversée, un mythe
  • Quand les Grecs et les Romains découvraient les Alpes
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  • R. Gauthier
  • École Normale Supérieure de Tunis
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  • Le passage des Alpes par Hannibal est une étape majeure de la marche vers l’Italie de l’armée d’Hannibal Barca, réalisée à la fin de l’année 218 av. J.-C., au début de la deuxième guerre punique déclenchée contre Rome. La voie terrestre par le sud de la Gaule est la seule possible pour conduire plusieurs dizaines de milliers d'hommes d'Espagne en Italie.
  • Походът на Ханибал през Алпите се осъществява през 218 г. пр.н.е. и е едно от най-големите постижения на Втората пуническа война, както и един от най-прочутите военни подвизи в древните и антични войни, а и във войните въобще в цялата военна история.
  • Hannibals Alpenüberquerung im Jahre 218 v. Chr. zählt zu den überlieferten Ereignissen während des Zweiten Punischen Krieges. Sie gilt auch heute noch als taktische und logistische Meisterleistung. Sie war der Auftakt eines mehrjährigen Krieges auf der italienischen Halbinsel gegen Rom.
  • Hannibal crossing the Alps, in 218 BC, was one of the major achievements of the Second Punic War, and one of the most celebrated achievements of any military force in ancient warfare.
  • Durante a Segunda Guerra Púnica, Aníbal preparava-se para atacar Roma.A missão romana retorna ciente da hostilidade da Hispânia, da neutralidade dos gauleses e do apoio de Massilía. Quando os dois novos cônsules foram escolhidos, Públio Cornélio Cipião foi incumbido de considerar a Hispânia como sua "província", e que desenvolvesse uma nova frota, pois o sítio e a pilhagem de Sagunto não poderia ser tolerado, sob a pena de abalar sua reputação entre gauleses e iberos.
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  • Passage des Alpes par Hannibal
  • Aníbal e os preparativos para o ataque a Roma
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  • Поход на Ханибал през Алпите
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