Le conflit en Casamance constitue l'un des épisodes marquants de l'histoire du Sénégal indépendant, touchant également le pays limitrophe, la Guinée-Bissau.À partir du début des années 1980 et jusqu'en 2005, après le cessez-le-feu, il a opposé les forces rebelles indépendantistes du Mouvement des forces démocratiques de Casamance (MFDC), dirigé par l’Abbé Diamacoune Senghor et les forces gouvernementales, causant la mort de plusieurs centaines de personnes pendant les affrontements, sans parler des nombreuses victimes de mines antipersonnelles a posteriori.

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  • Le conflit en Casamance constitue l'un des épisodes marquants de l'histoire du Sénégal indépendant, touchant également le pays limitrophe, la Guinée-Bissau.À partir du début des années 1980 et jusqu'en 2005, après le cessez-le-feu, il a opposé les forces rebelles indépendantistes du Mouvement des forces démocratiques de Casamance (MFDC), dirigé par l’Abbé Diamacoune Senghor et les forces gouvernementales, causant la mort de plusieurs centaines de personnes pendant les affrontements, sans parler des nombreuses victimes de mines antipersonnelles a posteriori. En 2009, des accrochages ponctuels continuent à se produire, entre armée et « rebelles », mais également entre groupes rivaux. La Casamance, auparavant l'une des régions les plus prospères du pays, a été profondément traumatisée par ces violences. Elle travaille aujourd'hui à sa reconstruction et à la restauration de son image, notamment en tant que destination touristique.
  • The Casamance Conflict is a low-level civil war that has been waged between the Government of Senegal and the Movement of Democratic Forces of Casamance (MFDC) since 1982. The MFDC has called for the indepence of the Casamance region, whose population is religiously and ethnically distinct from the rest of Senegal. The bloodiest years of the conflict were during the 1992-2001 period and resulted in over a thousand battle related deaths.On December 30, 2004 an agreement was reached between the MFDC and the government which promised to provide the voluntary integration of MFDC fighters into the country's paramilitary forces, economic recovery programmes for Casamance, de-mining and aid to returning refugees. Nevertheless some hard-line factions of the MFDC soon defected from elements of the MFDC who had signed the agreement and no negotiations took place following the breakdown of talks in Foundiougne on 2 February 2005.Fighting again emerged in 2010 and 2011 but waned following the April 2012 election of Macky Sall. Peace negotiations under the auspices of Saint Egidio community took place in Rome and on 14 December 2012, President Sall announced that Casamance would be a test-case for advanced decentralization policy.
  • O Conflito de Casamança é uma guerra civil de baixo nível que tem sido travada entre o Governo do Senegal e o Movimento das Forças Democráticas de Casamança (MFDC) desde 1990, sobre a questão da independência para a região de Casamança.Segundo historiadores, o primeiro presidente do Senegal, Leopold Senghor, fez uma promessa aos líderes de Casamança antes da independência da França em 1960 que se juntassem ao Senegal por 20 anos, teriam sua própria independência posteriormente. Quando o governo não seguiu com a promessa em 1980, manifestações de rua na capital de Casamança, Ziguinchor, tornaram-se violentas.O grupo rebelde, o MFDC, foi fundado como um grupo político em 1947 pelos líderes diolas Emile Badiane e Victor Diatta e pelos fulanis Édouard Diallo e Ibou Diallo. O MFDC organizava manifestações desde 1982, em 1985 formou seu braço armado diola chamado Atika que significa guerreiro, teve o apoio do presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, até sua queda em 1999.A alta popularidade do MFDC foi somada às denúncias de grupos de direitos humanos da repressão brutal contra os manifestantes que pediam o cumprimento da promessa de Senghor. A região é habitada principalmente pelos diolas que têm uma longa tradição de movimentos de independência. Em 1982, os líderes da organização foram presos, gerando um ciclo vicioso de aumento da resistência e, portanto, a repressão do exército senegalês.Diversos cessar-fogo foram acordados durante a década de 1990, mas nenhum durou, o primeiro foi assinado em 31 de maio de 1991.O padre Augustin Diamacoune Senghor passou a conduzir o MFDC e seguiu uma política de diálogo e reconciliação. No entanto, o governo senegalês recusou-se a considerar a independência da região, e tentou convencer alguns membros do MFDC dividir o grupo e reiniciar a luta.Em 1996, foram iniciadas as negociações de paz e em 26 de dezembro de 1999 foi assinado outro cessar-fogo, mas cerca de 500 pessoas morreriam em batalhas até março de 2001, quando Senghor e Abdoulaye Wade, o presidente do Senegal, chegaram a um acordo paz. Isto permitiu a libertação de prisioneiros, o regresso dos refugiados e à remoção de minas terrestres, mas não trouxe a independência. Alguns rebeldes viram isso como uma traição da causa o que levou finalmente a divisão do grupo em duas facções, enfrentando entre si a assinatura de um novo cessar-fogo entre Senghor e o governo em dezembro de 2004.Desde a divisão manteve-se uma guerra de baixa intensidade constante. Em 2005, houve novas negociações, conseguindo a desmobilização parcial dos insurgentes e a violência começou a diminuir, mas em abril do ano seguinte confrontos entre grupos rebeldes e o Exército em junho fizeram 9000 fugirem pela fronteira com Gâmbia.Em janeiro de 2007, Senghor morreu e em maio os confrontos entre diferentes facções foi retomado. Em 2009, os confrontos ocasionais continuam a ocorrer, entre militares e "rebeldes", mas também entre grupos rivais.. Casamança, anteriormente uma das regiões mais prósperas do país, foi profundamente traumatizada pela violência. Atualmente trabalha para reconstruir e restaurar sua imagem, especialmente como destino turístico.== Referências ==
  • Het Casamanceconflict is een burgeroorlog van de regering van Senegal en de Beweging van Democratische Krachten van Casamance (MFDC). Deze organisatie staat onder leiding van de katholieke priester Diamacoune Senghor. Sinds 1990 vinden afwisselend moordpartijen en onderhandelingen plaats.Het gebied wordt grotendeels bewoond door Diola, die een lange traditie van onafhankelijkheidsbewegingen hebben. Een ronde van onderhandelingen vond in 2005 plaats.
  • Конфликт в Казамансе (фр. Conflit en Casamance) — боевые действия между войсками Сенегала и сепаратистской группировкой Движение демократических сил Казаманса, которая добивается независимости исторического региона — Казаманса.
  • Konflikt w Casamance – separatystyczna rebelia Ruchu Demokratycznych Sił Casamance (MFDC), mająca na celu secesję Casamance od Senegalu, która toczy się od 1982, kiedy to doszło do pierwszych starć separatystów z armią rządową. Jest to konflikt o niskiej intensywności, tlący się przez kilkadziesiąt lat.
  • El conflicto de Casamance es una guerra civil de baja intensidad que se ha librado entre el gobierno de Senegal y el Movimiento de Fuerzas Democráticas de Casamance (MFDC) desde 1982 sobre la cuestión de la independencia de la región de Casamance.Según historiadores, el primer presidente de Senegal, Leopold Senghor, hizo una promesa a los líderes de Casamance antes de la independencia de la colonia francesa Francia en 1960 que si de unirse a Senegal durante veinte años tendrían su propia independencia después. Cuando el gobierno no cumplió con la promesa en 1980, las manifestaciones callejeras en la capital de la provincia, Ziguinchor, se tornó violenta. El grupo rebelde, el MFDC, fue fundado como un grupo político en 1947 por los líderes diolas Émile Badiane y Victor Diatta y los fulanis Ibou Diallo y Édouard Diallo.El MFDC organizó manifestaciones desde 1982, en 1985 se formó su brazo armado llamado Atika que en diola significa guerrero, tuvo el apoyo del presidente de Guinea-Bissau, João Bernardo Vieira, hasta su caída en 1999.La alta de la popularidad del MFDC sumado a que grupos de derechos humanos han dicho que la represión fue brutal contra los manifestantes que pedían a los funcionarios hacer cumplir la promesa de Senghor. La región esta habitada en su mayoría por los diolas que tienen una larga tradición de movimientos de independencia. El MFDC organizó manifestaciones pacíficas por la independencia. En 1982 los líderes de la organización fueron arrestados, lo que generó un círculo vicioso de aumento de la resistencia y por ello la represión del ejército senegalés.En 1990, el MFDC comenzó a atacar edificios militares en la región, con el supuesto apoyo encubierto del ejército de Guinea-Bissau. El ejército senegalés, a su vez atacó bases del MFDC en Basse-Casamance y Guinea-Bissau, ambas partes fueron acusadas ​​de atacar a los cíviles. Entre los meses de julio y agosto se realizaron los principales combates. Varios altos al fuego fueron acordados durante la década de 1990, pero ninguno duró, el primero se firmó el 31 de mayo de 1991. El conflicto llegó a los titulares europeos cuando cuatro turistas franceses resultaron desaparecidos, ambas partes se culparon mutuamente (6 de abril de 1995), como respuesta en octubre el ejército lanzó una ofensiva en la región de Bajo Casamance con 1.000 tropas de élite.El sacerdote Augustin Diamacoune Senghor tras llegar a liderar el MFDC y aplicó una política de diálogo y reconciliación. Sin embargo, el gobierno senegalés se negó a considerar la independencia de la región, e intentó convencer a algunos miembros del MFDC de dividir al grupo y reiniciar la lucha. En 1996 se inician negociaciones de paz y el 26 de diciembre de 1999 se firmó un alto al fuego, pero cerca de 500 personas murieron en las batallas hasta marzo de 2001, cuando Senghor y Abdoulaye Wade, Presidente de Senegal, llegaron a un acuerdo de paz. Esto permitió la liberación de los presos, el retorno de los refugiados y la remoción de minas terrestres, pero no trajo la autonomía. Algunos rebeldes vieron esto como una traición a la causa que terminó por dividir al grupo en dos facciones enfrentadas entre si tras la firma de un nuevo alto al fuego entre Senghor y el gobierno en diciembre de 2004. Sidhis Badji, Secretario General del MFDC, murió en el año 2003.Desde la división se ha mantenido constante una guerra de baja intensidad. En 2005 se realizaron nuevas negociaciones, se logró la desmovilización parcial de los insurrectos y la violencia empezó a disminuir,pero en abril del año siguiente los enfrentamientos entre ambos grupos rebeldes y el ejército 9.000 gentes durante juniohuyeron por la frontera con Gambia.En enero de 2007 el padre Senghor falleció y para mayo el conflicto entre las distintas facciones volvió a empezar. El 2 de octubre de 2009, seis soldados murieron en una emboscada cerca de la frontera con Guinea-Bissau.En octubre de 2010, un envío ilegal de armas de Irán fue detenido en Lagos, Nigeria. El gobierno senegalés sospecha de que las armas estaban destinadas a la Casamance, y llamó a su embajador en Teherán sobre el asunto.Intensos combates se produjeron en diciembre del mismo año, cuando cerca de 100 combatientes del MDFC intentaron tomar Bignona al sur de la frontera con Gambia con el apoyo de armas pesadas, tales como morteros y ametralladoras. Fueron rechazados con altas bajas por soldados del gobierno que sufrieron siete bajas.
  • Der Casamance-Konflikt ist die Bezeichnung für eine militärische Auseinandersetzung zwischen der Regierung Senegals und der Mouvement des forces démocratiques de la Casamance (MFDC) seit 1990. Hintergrund ist die Auseinandersetzung über die Frage der Unabhängigkeit der Region Casamance.Die Region wird überwiegend von Angehörigen der Diola bewohnt und hat eine lange Tradition von Unabhängigkeitsbewegungen. Die MFDC organisierte anfangs friedliche Demonstrationen für die Freiheit. 1982 wurden die Anführer der Organisation inhaftiert, was einen Teufelskreis von Gewalt und Gegengewalt auslöste.1990 begann die MFDC mit Unterstützung der Armee Guinea-Bissaus mit Angriffen auf militärische Einrichtungen in der Region. Die senegalesische Armee wiederum griff Stellungen der MFDC in der Basse Casamance, heute meist als Ziguinchor-Region bezeichnet, und Guinea-Bissau an. Beide Seiten des Konflikts werden beschuldigt, dabei auch Unbeteiligte angegriffen zu haben.Zahlreiche Waffenstillstandsabkommen wurden in den 1990er Jahren geschlossen, allerdings war keines von Dauer. Der Übergriff auf vier französische Touristen brachte den Konflikt auch in die europäischen Schlagzeilen; beide Seiten der Auseinandersetzung beschuldigten sich gegenseitig, dafür verantwortlich zu sein.Mit Augustin Diamacoune Senghor bekam die MFDC einen Anführer, der wieder Verhandlungslösungen suchte. Da die Regierung Senegals die Unabhängigkeit der Region weiter strikt ablehnte, spalteten sich einige Mitglieder von der MFDC ab und begannen erneut den bewaffneten Kampf.Zwischen 1997 und März 2001 wurden ungefähr 500 Menschen Opfer des Kampfes. Im März 2001 unterzeichnete Senghor erneut ein Abkommen, das unter anderem die Freilassung von Gefangenen, die Rückkehr der Flüchtlinge und die Räumung der Landminen vorsah. Autonomie allerdings sah das Abkommen nicht vor. Daraufhin spaltete sich die MFDC in zwei Fraktionen, die sich gegenseitig bekämpfen.Seit der Spaltung gehen die Kämpfe bis heute weiter. Sie haben bisher etwa 5000 Menschenleben gekostet (Stand: 2009).Einen neuen Anlauf zur Beendigung des Konflikts wurde im August 2011 gestartet, Senegals Präsident Abdoulie Wade hat am 17. August bei einem Arbeitsbesuch in Gambia seinen Amtskollegen Präsident Yahya Jammeh gebeten, bei diesem Konflikt zu vermitteln.
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  • Le conflit en Casamance constitue l'un des épisodes marquants de l'histoire du Sénégal indépendant, touchant également le pays limitrophe, la Guinée-Bissau.À partir du début des années 1980 et jusqu'en 2005, après le cessez-le-feu, il a opposé les forces rebelles indépendantistes du Mouvement des forces démocratiques de Casamance (MFDC), dirigé par l’Abbé Diamacoune Senghor et les forces gouvernementales, causant la mort de plusieurs centaines de personnes pendant les affrontements, sans parler des nombreuses victimes de mines antipersonnelles a posteriori.
  • Het Casamanceconflict is een burgeroorlog van de regering van Senegal en de Beweging van Democratische Krachten van Casamance (MFDC). Deze organisatie staat onder leiding van de katholieke priester Diamacoune Senghor. Sinds 1990 vinden afwisselend moordpartijen en onderhandelingen plaats.Het gebied wordt grotendeels bewoond door Diola, die een lange traditie van onafhankelijkheidsbewegingen hebben. Een ronde van onderhandelingen vond in 2005 plaats.
  • Конфликт в Казамансе (фр. Conflit en Casamance) — боевые действия между войсками Сенегала и сепаратистской группировкой Движение демократических сил Казаманса, которая добивается независимости исторического региона — Казаманса.
  • Konflikt w Casamance – separatystyczna rebelia Ruchu Demokratycznych Sił Casamance (MFDC), mająca na celu secesję Casamance od Senegalu, która toczy się od 1982, kiedy to doszło do pierwszych starć separatystów z armią rządową. Jest to konflikt o niskiej intensywności, tlący się przez kilkadziesiąt lat.
  • The Casamance Conflict is a low-level civil war that has been waged between the Government of Senegal and the Movement of Democratic Forces of Casamance (MFDC) since 1982. The MFDC has called for the indepence of the Casamance region, whose population is religiously and ethnically distinct from the rest of Senegal.
  • O Conflito de Casamança é uma guerra civil de baixo nível que tem sido travada entre o Governo do Senegal e o Movimento das Forças Democráticas de Casamança (MFDC) desde 1990, sobre a questão da independência para a região de Casamança.Segundo historiadores, o primeiro presidente do Senegal, Leopold Senghor, fez uma promessa aos líderes de Casamança antes da independência da França em 1960 que se juntassem ao Senegal por 20 anos, teriam sua própria independência posteriormente.
  • Der Casamance-Konflikt ist die Bezeichnung für eine militärische Auseinandersetzung zwischen der Regierung Senegals und der Mouvement des forces démocratiques de la Casamance (MFDC) seit 1990. Hintergrund ist die Auseinandersetzung über die Frage der Unabhängigkeit der Region Casamance.Die Region wird überwiegend von Angehörigen der Diola bewohnt und hat eine lange Tradition von Unabhängigkeitsbewegungen. Die MFDC organisierte anfangs friedliche Demonstrationen für die Freiheit.
  • El conflicto de Casamance es una guerra civil de baja intensidad que se ha librado entre el gobierno de Senegal y el Movimiento de Fuerzas Democráticas de Casamance (MFDC) desde 1982 sobre la cuestión de la independencia de la región de Casamance.Según historiadores, el primer presidente de Senegal, Leopold Senghor, hizo una promesa a los líderes de Casamance antes de la independencia de la colonia francesa Francia en 1960 que si de unirse a Senegal durante veinte años tendrían su propia independencia después.
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