Les banalités sont, dans le système féodal français, des installations techniques que le seigneur est dans l'obligation d'entretenir et de mettre à disposition de tout habitant de la seigneurie. La contrepartie en est que les habitants de cette seigneurie ne peuvent utiliser que ces installations seigneuriales, payantes.

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  • Les banalités sont, dans le système féodal français, des installations techniques que le seigneur est dans l'obligation d'entretenir et de mettre à disposition de tout habitant de la seigneurie. La contrepartie en est que les habitants de cette seigneurie ne peuvent utiliser que ces installations seigneuriales, payantes. Ce sont donc des monopoles technologiques.Les principales banalités sont : le four banal (taxé par le fournage) le moulin banal le pressoir banal le marché aux vinsLes installations banales (fours à pain, moulins, pressoirs), ne doivent pas être confondues avec des installations communautaires, beaucoup plus courantes et dont la gestion revenait à la collectivité.Un autre droit seigneurial était la banalité de tor et ver, donnant au seigneur seul le droit de posséder un taureau ou un verrat. Ainsi la reproduction du bétail pouvait aussi être sujette à redevance.Ces privilèges, abolis et déclarés rachetables dans la nuit du 4 août 1789, sont abolis définitivement sans rachat en 1793.
  • Als Bannrecht (Zwangsrecht, Banngerechtigkeit) wird eine Gewerbegerechtigkeit bezeichnet, die darin besteht, die Einwohner eines Gebietes ihre Bedürfnisse ausschließlich von einem bestimmten Gewerbebetrieb befriedigen zu lassen. Die Bannrechte entstanden im Mittelalter und waren weit verbreitet und vielfältig. Da sie der Gewerbefreiheit und der Marktwirtschaft zuwiderlaufen, schaffte der Gesetzgeber sie im 19. Jahrhundert ab. In der Regel stellten die Bannrechte nicht ein Verbot dar, ein bestimmtes Gewerbe in einem Bezirk auszuüben, sondern ein Verbot an den Abnehmer, von Nichtberechtigten die fraglichen Dienstleistungen nachzufragen.
  • Баналитет (от фр. banal — принадлежащий сюзерену) — в феодальной Западной Европе монопольное право, по которому сеньор, обладая собственностью на мельницу, печь, виноградный пресс и т. д., мог принудить крестьян использовать его инвентарь. Крестьяне при этом расплачивались частью своего продукта или деньгами. За нарушение баналитета сеньор требовал от крестьянина штраф или конфисковывал его продукты. Баналитет принадлежал к числу наиболее обременительных для крестьян феодальных привилегий. Наиболее полное развитие баналитет получил во Франции, где он известен с Х в. (именно здесь это монопольное право получило своё название). Институт, подобный баналитету, был распространён при феодализме повсеместно.
  • Banalités (French pronunciation: ​[banalite]; from ban) were essentially the dues that peasants owed their lords in France until the 18th century. These included the required use-for-payment of the lord's, or Seigneur's, mill to grind grain and his oven to bake bread. The rights of the Seigneur for such dues were called banal rights.The peasants may also be subjected to the banalité de tor et ver, meaning that the lord only had the right to own a bull or a boar. The reproduction of the cattle was then subjected to royalties.The object of this right was called banal, for example the four banal, taureau banal.The Seigneur could also require a certain number of days each year of the peasant's forced labor. This practice of forced labor was called the corvée.In New France the only banal right was the obligatory use of the seignorial mill. Similar laws, especially pertaining to mills, were common in medieval Europe and continued after the medieval period in many places. Peasants and tenant farmers were bound to take their grain to the landowner's mill. In England feudal duty obliged many people to use bannal mills and ovens. In Scotland thirlage tied land to a particular mill, whose owner took a proportion of the grain as multure.
  • Banaliteitsrecht is een middeleeuws herenrecht waarbij de grondbezitter (heer) zijn horigen binnen het rechtsgebied (domein of (grond)heerlijkheid) oplegt om gebruik te maken van en te betalen voor het gebruik van de infrastructuur, zoals de wijnpers, de (ban)molen, de brouwerij, het landbouwgereedschap, et cetera.Het banaliteitsrecht is een economisch recht dat binnen het domeinstelsel (domaniaal stelsel of hofstelsel) en later het (grond)heerlijkstelsel van kracht was. Het einde van het ancien régime maakte in onze contreien ook een einde aan de heerlijkheden en de bijbehorende rechten.Banaliteitsrecht valt onder dezelfde categorie als:cijnstiendenoverdrachtsrechtenjustitionele rechtenherendiensten
  • Ocidental]], banais se chamavam as coisas, sobretudo equipamentos de produção, que pertenciam aos senhores e que as populações se viam constrangidas a usar mediante o pagamento de um certo foro ou renda. Daí o nome de direitos banais ou banalidades para esses encargos. Assim, Du Cange define banal como «o que é banido ao súbdito do senhor» (qui banno domini subditus est).Tais imposições nunca tiveram um carácter global na economia medieval portuguesa, pois grande parte dos vizinhos dos concelhos alcançaram importantes isenções relativamente a muitos direitos banais, no entanto, mesmo aí, nas organizações sócio-económicas concelhias, é comum os regulamentos foraleiros estabelecerem algumas banalidades devidas à entidade senhorial. Por exemplo, no foral de Castro Marim, D. Afonso III estatui que retém para si e seus sucessores os moinhos, azenhas e prensas feitas e a fazer, ademais dos açougues, fangas e balneários, que deixa livres aos moradores as suas tendas e fornos de olaria, mas que lhes impõe o foro de um décimo no uso dos fornos de telha. O foral de Anobra (1275) determina que pela utilização dos moinhos se paga 1/4 ao rei. O foral de São Julião do Tojal, atribuído a oito casais de cultivadores, em 1258, pelo Mosteiro de São Vicente de Fora (Lisboa), declara que não lhes é permitido ter fornos nem prensas. Porém já outros forais, como os de Centocelas (1194), Benavente (1200), Pinhel (1209) e Elvas (1229), tornavam isentos de foros as «tendas, moinhos e fornos», ou então isentavam-nos em grande parte (foral de Ourém de 1180, foral de Tavira, dado por D. Afonso III, etc.).As banalidades abrangiam desde os equipamentos de produção, como moinhos, azenhas, lagares para vinho e para azeite, fornos de telha, de olaria, de cal e de pão, até barcos, lojas, balneários públicos nos lugares e, por vezes, inclusive a água, como se se constata no documento entregue pelo Mosteiro de Alcobaça, em 1314, aos moradores do seu couto de Turquel, obrigando-os ao pagamento de três soldos pelo uso da água do chafariz, nos lagares, durante a época das vindimas. O montante do foro cobrado variava também muito, indo desde 1/3 ou 1/4 da produção até 1/10, 1/13, 1/14, etc. Eis um exemplo, entre milhares: em 1316, a Colegiada de São Cristóvão de Coimbra impunha pelo uso de um moinho que: «devedes dar a sexta parte de todo aquello que Deus hi der».Com o ascenso de uma nova classe, a burguesia, os direitos banais vão perdendo terreno. No entanto em Portugal, ainda no século XVIII e mesmo nos inícios do XIX, existiam muitos casos de banalidades, se bem que tivessem sido tomadas algumas medidas jurídico-políticas para extirpar as suas situações mais aberrantes tanto no século XVIII como, e sobretudo, no seguinte, com destaque para o Decreto de 20 de Março de 1821, que suprimiu muitos destes direitos, e para a Lei de 22 de Fevereiro de 1846, que os aboliu.== Referências ==
  • Banalitety - obowiązek odpłatnego korzystania z wszelkiego rodzaju urządzeń wybudowanych na terenie pańskich włości, np. młyna, browaru, piekarni itp.de:Ehaft
  • Il termine Bannalità deriva dall'antica parola germanica "Ban", che indicava "sia il diritto di convocazione sia il diritto di punizione esercitati dai capi dei clan e della tribù", e quindi il potere supremo e legittimo dei capi germanici.In età medioevale si riferisce al potere dei Signori feudali di imporre monopoli a scapito dei loro censuari. Con la bannalità essi rivendicavano il diritto esclusivo, ad esempio, di fornire, a pagamento, gli animali necessari alla riproduzione delle mandrie, o alla costrizione imposta ai contadini dal Signore, di usare il suo mulino per macinare, cuocere il pane nel suo forno o fare il vino con il suo torchio.
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  • Les banalités sont, dans le système féodal français, des installations techniques que le seigneur est dans l'obligation d'entretenir et de mettre à disposition de tout habitant de la seigneurie. La contrepartie en est que les habitants de cette seigneurie ne peuvent utiliser que ces installations seigneuriales, payantes.
  • Banalitety - obowiązek odpłatnego korzystania z wszelkiego rodzaju urządzeń wybudowanych na terenie pańskich włości, np. młyna, browaru, piekarni itp.de:Ehaft
  • Banaliteitsrecht is een middeleeuws herenrecht waarbij de grondbezitter (heer) zijn horigen binnen het rechtsgebied (domein of (grond)heerlijkheid) oplegt om gebruik te maken van en te betalen voor het gebruik van de infrastructuur, zoals de wijnpers, de (ban)molen, de brouwerij, het landbouwgereedschap, et cetera.Het banaliteitsrecht is een economisch recht dat binnen het domeinstelsel (domaniaal stelsel of hofstelsel) en later het (grond)heerlijkstelsel van kracht was.
  • Ocidental]], banais se chamavam as coisas, sobretudo equipamentos de produção, que pertenciam aos senhores e que as populações se viam constrangidas a usar mediante o pagamento de um certo foro ou renda. Daí o nome de direitos banais ou banalidades para esses encargos.
  • Баналитет (от фр. banal — принадлежащий сюзерену) — в феодальной Западной Европе монопольное право, по которому сеньор, обладая собственностью на мельницу, печь, виноградный пресс и т. д., мог принудить крестьян использовать его инвентарь. Крестьяне при этом расплачивались частью своего продукта или деньгами. За нарушение баналитета сеньор требовал от крестьянина штраф или конфисковывал его продукты. Баналитет принадлежал к числу наиболее обременительных для крестьян феодальных привилегий.
  • Il termine Bannalità deriva dall'antica parola germanica "Ban", che indicava "sia il diritto di convocazione sia il diritto di punizione esercitati dai capi dei clan e della tribù", e quindi il potere supremo e legittimo dei capi germanici.In età medioevale si riferisce al potere dei Signori feudali di imporre monopoli a scapito dei loro censuari.
  • Als Bannrecht (Zwangsrecht, Banngerechtigkeit) wird eine Gewerbegerechtigkeit bezeichnet, die darin besteht, die Einwohner eines Gebietes ihre Bedürfnisse ausschließlich von einem bestimmten Gewerbebetrieb befriedigen zu lassen. Die Bannrechte entstanden im Mittelalter und waren weit verbreitet und vielfältig. Da sie der Gewerbefreiheit und der Marktwirtschaft zuwiderlaufen, schaffte der Gesetzgeber sie im 19. Jahrhundert ab.
  • Banalités (French pronunciation: ​[banalite]; from ban) were essentially the dues that peasants owed their lords in France until the 18th century. These included the required use-for-payment of the lord's, or Seigneur's, mill to grind grain and his oven to bake bread. The rights of the Seigneur for such dues were called banal rights.The peasants may also be subjected to the banalité de tor et ver, meaning that the lord only had the right to own a bull or a boar.
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  • Banalité (droit seigneurial)
  • Banalidade
  • Banaliteitsrecht
  • Banalitety
  • Banalité
  • Bannalità
  • Bannrecht
  • Баналитет
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