L’écuyer (du bas latin scutarius « soldat de la garde impériale qui portait un bouclier », dérivé en -arius du latin scutum « écu ») est, à l'origine, un gentilhomme ou un anobli qui accompagne un chevalier et porte son écu. De là, écuyer a été employé comme titre pour un jeune homme qui se prépare à devenir chevalier par adoubement.

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  • L’écuyer (du bas latin scutarius « soldat de la garde impériale qui portait un bouclier », dérivé en -arius du latin scutum « écu ») est, à l'origine, un gentilhomme ou un anobli qui accompagne un chevalier et porte son écu. De là, écuyer a été employé comme titre pour un jeune homme qui se prépare à devenir chevalier par adoubement. Le terme est ensuite devenu, à l'époque moderne, un rang détenu par tous les nobles d'une noblesse ancienne de plusieurs générations, non titrés (abréviation : Ec.). En anglais le mot, sous sa forme esquire, est utilisé, placé après le nom, comme un titre de respect sans signification particulière pour indiquer un haut rang social mais indéterminé (abréviation Esq.). C'est toujours un titre de noblesse en Belgique (également connu sous le nom de « Jonkheer » en néerlandais).
  • Um escudeiro (do francês "écurie" (estábulo)) é um título nobiliárquico. Historicamente, tratava-se de um assessor sênior que tinha como responsabilidade cuidar dos cavalos de um nobre. No seu uso contemporâneo faz menção a um assessor pessoal de um soberano ou membro da família real. É um termo análogo a ajudante de ordens, mas este prevalece atualmente apenas no Commonwealth das Nações. É o último cargo, em ordem decrescente de importância, na base da nobreza. No entanto, é um título de bastante honra, sendo seu titular possuidor de seu próprio escudo de armas.O escudeiro é um cavaleiro em treinamento, e recebia-se esse título geralmente aos 14 anos, depois de servir desde os 7 como pajem. Os escudeiros eram delegados a um cavaleiro que prosseguia com a educação do jovem. Além de treinamento marcial, os escudeiros se exercitavam em jogos, aprendiam pelo menos a ler, se não a escrever, e estudavam música, dança e canto. O escudeiro era o companheiro e servente do cavaleiro. Os deveres do escudeiro incluíam o polimento das armaduras e armas (propensas à ferrugem), ajudar seu cavaleiro a se vestir e despir, tomar conta de seus pertences e até dormir no vão ocupado pela porta como um guarda.Nos torneios e batalhas, o escudeiro ajudava seu cavaleiro quando preciso. Ele levava armas substitutas e cavalos, tratava das feridas, afastava os cavaleiros feridos do perigo, ou garantia um enterro decente, se necessário. Em muitos casos, o escudeiro ia à batalha com seu cavaleiro e lutava ao seu lado. Um cavaleiro evitava lutar contra um escudeiro; se possível, procurava ter como adversário um cavaleiro de posição similar ou mais alta que a sua. Os escudeiros, por sua vez, procuravam atacar cavaleiros inimigos, a fim de ganhar glória matando ou capturando um nobre de título maior que o seu.Com 21 anos, o escudeiro se tornava elegível para se tornar um cavaleiro. Os candidatos mais adequados eram proclamados cavaleiros por um lorde ou outro cavaleiro de grande reputação. A cerimônia de se tornar um cavaleiro inicialmente era simples: geralmente recebia-se o título no ombro com uma espada e depois afivelava-se um talim. A cerimônia acabou se tornando mais elaborada e a Igreja ampliou o rito. Os candidatos tomavam banho, cortavam o cabelo curto e ficavam acordados a noite inteira numa vigília de reza. De manhã, o candidato recebia, de um cavaleiro, a espada e a espora.A cavalaria habitualmente só era atingível para aqueles que possuíam terras ou renda suficientes para cobrir as responsabilidades da classe. Entretanto, lordes e bispos importantes podiam manter um considerável contingente de cavaleiros e muitos conseguiam emprego nessas circunstâncias. Escudeiros que lutassem particularmente bem poderiam ganhar o reconhecimento de um grande lorde durante a batalha e ser proclamados cavaleiros no campo de batalha.Na ficção, um escudeiro famoso é Sancho Pança, que servia Dom Quixote na obra-prima homónima do escritor espanhol Miguel de Cervantes.
  • Il termine scudiero aveva sia nell'antichità che nel medio evo due significati diversi nell'ambiente militare. L'uno indicava il valletto d'armi, ovvero un giovane incaricato di portare le armi e lo scudo del suo signore in guerra. Nella mitologia classica alcuni scudieri fungono pure da aurighi, come gli omerici Molione e Midone; anche nell' Eneide c'è un ragazzo con entrambe le mansioni, ed è agli ordini del condottiero rutulo Remo (per alcuni traduttori il passo in questione parlerebbe però di due figure distinte, uno scudiero e un auriga). Questi personaggi vengono detti scudieri o palafrenieri, avendo anche le stesse responsabilità degli addetti alle scuderie in servizio di vigilanza, i quali, agli ordini di un capo-scuderia, sono incaricati di sorvegliare i quadrupedi ricoverati nelle scuderie del corpo, specialmente nelle ore notturne (e uno di loro, lo scudiero di Remo, troverà la morte durante un turno di guardia negligentemente condotto, facendosi colpire nel sonno dalla spada di Niso).Ancora nel poema epico virgiliano è presente il personaggio di Acate (il fedele armigero di Enea), il cui nome è diventato praticamente sinonimo di scudiero (fidus Achates).L'altro significato era quello di scudiero nobile, o per meglio dire, allievo cavaliere, ed indicava il nobiluomo che si metteva alle dipendenze di un cavaliere provetto per apprendere l'uso delle armi e del cavallo, onde a sua volta diventare cavaliere. A seconda poi che questo scudiero era agli ordini di un personaggio più o meno elevato nella gerarchia nobiliare del medio evo, assumeva di riflesso luce ed importanza di grado, tanto che presso le grandi monarchie gli scudieri dei re e dei principi avevano precedenza sugli stessi grandi condottieri e generali.Lo scudiero in combattimento pugnava contro lo scudiero dell'avversario, e contro tutti quelli del seguito di esso che non erano cavalieri, sebbene non fosse agevole nelle mischie osservare tali formalità. In Germania gli scudieri venivano spesso riuniti in Squadroni e adoperati come cavalleria leggera, a frotte, od a gruppi alla spicciolata, dopo il primo scontro dei cavalieri, e dopo il loro caracollo. Essi diedero origine ai raitri.La voce scudiero passò successivamente per ragioni araldiche ad indicare la carica di un gentiluomo di corte il quale aveva anche cura delle scuderie reali. Tale carica continua ad essere in vigore presso le corti attuali, dove oltre al Grande Scudiere vi sono quelli di sottordine.
  • Een schildknaap was een (adellijke) jongeman die in dienst stond van een ridder.
  • エスクワイア (esquire) またはスクワイア (squire) は、中世ヨーロッパでは見習い段階の騎士を意味したが、後にジェントリの一階級、ひいては男性への敬称に用いられるようになった。
  • Giermek (od węg. gyermek – dziecko) – pomocnik średniowiecznego rycerza.Giermkami zostawali młodzi chłopcy przeważnie z rodów szlacheckich, którzy byli wysyłani na dwór seniora, by tam uczyć się rycerskiego rzemiosła. Kształcili się we wszystkich dziedzinach ówczesnej sztuki wojennej, tj. jazdy konnej, walki bronią białą różnego rodzaju (miecz, topór), często również walki wręcz oraz w posługiwaniu się łukiem lub kuszą.W czasie wypraw wojennych zostawali wcielani do oddziału (kopii) swojego rycerza. Byli odpowiedzialni za utrzymanie w gotowości bojowej całego rynsztunku swojego pana, czyli np. broni i zbroi, jak również opiekowali się rumakiem bojowym. W czasie bitwy towarzyszyli rycerzowi w walce.Giermek mógł za szczególne zasługi zostać pasowany na rycerza, otrzymując symbolicznie złote ostrogi.
  • Schildknappe (auch Knappe, Page oder Edelknecht) hieß im Mittelalter ein ritterbürtiger junger Mann (Edelknabe), der bei einem Ritter das Waffenhandwerk erlernte. Weil er seinem Herrn häufig den Schild nachtrug, wurde er auch „Schildträger“ (spät-lat.: scutarius, scutiger, scutifer) oder „Waffenträger“ (armiger) genannt.
  • A squire was the shield bearer or armour bearer of a knight, and at times squires included a knight's errand runner or servant.[citation needed] Use of the term has evolved over time. In the Middle Ages, squires were trainees to a knight but later a leader in an English village or Lord of the Manor might be called a squire, and later key public figures such as justice of the peace or Member of Parliament. In contemporary American usage as well, squire is the title given to Justice of the peace or similar local dignitaries.Squire is a shortened version of the word Esquire, from the Old French escuier (modern French écuyer), itself derived from the Late Latin scutarius ("shield bearer"), in medieval or Old English a scutifer. The Classical Latin equivalent was armiger, "arms bearer".
  • Un escudero es, según el Tesoro de la Lengua, publicado en 1611:El hidalgo que lleva el escudo al caballero, en tanto que no pelea con él. En la paz, los escuderos sirven a los grandes señores, de acompañar delante de sus personas, asistir en la antecámara y sala; otros están en sus casas, y llevan acostamiento de los señores, acudiendo a sus obligaciones militares o cortesanas a tiempos ciertos; los que tienen alguna pasada (es decir aquellos con mayores fortunas) huelgan más de estar en sus casas que de servir, por lo poco que medran y lo mucho que les ocupan.En definitiva, un escudero era, durante el antiguo regimen, un pequeño noble que estaba estrechamente relacionado con alguna gran casa, en muchas ocasiones parientes de las mismas privados de fortuna por la prevalencia del mayorazgo.De igual modo se llamaba escuderos a aquellos hombres que, por la nobleza de su linaje, reunían las condiciones para ser armados caballeros aún cuando no llegaran nunca a alcanzar esta dignidad.Es frecuente encontrarlos presentes en la Reconquista realizando hazañas como la toma de Baeza dado que los escuderos solían construir la oficialidad en las huestes de los grandes magnates medievales.Los Reyes y los Grandes se preciaban de tener por escuderos a miembros de ramas secundarias de importantes linajes, así cuanto más distinguidos eran sus escuderos mayor el prestigio de la casa a la que servían.
  • Оруженосец — благородный (в этом случае — обязательно конный) ученик рыцаря, сеньора, реже отца, если он являлся крупным сеньором, либо в случае отсутствия таковых учеников простолюдин-сержант.В случае благородства ученичество обычно длилось с 14 лет до 21 года (достижения совершеннолетия), после чего отрок посвящался в рыцари. Исключением могли являться Королевские Оруженосцы, которые иногда оставались оруженосцами всю жизнь.Простолюдин же как правило служил оруженосцем пожизненно, одновременно являясь сержантом. Только в очень редких случаях простолюдин мог быть за особые заслуги посвящён в рыцари, и именно из потомков таких простолюдинов в Священной Римской империи вышло сословие министериалов.
  • Panoš, do 16. století také panoše, je označení nižšího šlechtice. Termín je odvozen od slova pán a původně označoval služebného šlechtice, pomocníka v boji, později podřízeného služebníka. Po polovině 15. století zůstal označením nezámožné nižší šlechty, klientů mocnějších a bohatších rodin, jimž náleželo oslovení urozený a slovutný.Od poloviny 16. století titul označoval osoby obdařené vladyctvím a přijaté do rytířského stavu v prvních dvou generacích, aby tak byly odlišeny od starožitných rytířských rodin. Příslušelo jim oslovení slovutný panoše. Až ve třetí generaci se rod zařadil mezi starožitné a jeho členové mohli být oslovováni urozený vladyka. Tato praxe byla formálně zakotvena i v Obnovených zřízeních zemských, ale fakticky přestal být titul panoše podobně jako vladyka používán v průběhu 17. století, kdy splynul s prostým šlechtictvím, popřípadě s rytířským titulem.Panoši byli často majitelé malých dvorů, mohlo se ale jednat i o významné finanční podnikatele (Václav Hrzán z Harasova). V 15. století se uplatnili zejména ve vojenství jako nižší nájemní velitelé (Mikuláš Španovský z Lisova, Vamberečtí, Leskovcové, Malovcové, Bechyňové z Lažan). V druhé polovině 15. století docházelo k pauperizaci panošů, kteří často odcházeli do měst.Mezi panoše patřil i známý právník Albrecht Rendl z Oušavy.
  • 향사(鄕士, esquire 에스콰이어[*], squire 스콰이어[*])는 중세 유럽에서는 견습 단계의 기사를 의미했지만, 이후에는 젠트리의 한 계급, 나아가서는 남자의 경칭으로 사용되게 되었다.
  • Az apród tágabb értelemben a nemesi udvarokban tanuló nemes ifjú, speciális értelemben címerekkel foglakozó tisztviselő, a heroldok elődje.
  • Un escuder és, segons el Tresor de la Llengua, publicat el 1611: En definitiva, un escuder era, durant l'Antic Règim, un petit noble que estava estretament relacionat amb alguna gran casa, en moltes ocasions parents de les mateixes privats de fortuna.És freqüent trobar-los presents en moments de la Reconquesta realitzant gestes com la presa de Baeza, ja que els escuders solien construir l'oficialitat en les hosts dels grans magnats medievals.Els Reis i els Grans es preaven de tenir per escuders membres de branques secundàries d'importants llinatges, així com més distingits eren els seus escuders major el prestigi de la casa a la qual servien.
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  • L’écuyer (du bas latin scutarius « soldat de la garde impériale qui portait un bouclier », dérivé en -arius du latin scutum « écu ») est, à l'origine, un gentilhomme ou un anobli qui accompagne un chevalier et porte son écu. De là, écuyer a été employé comme titre pour un jeune homme qui se prépare à devenir chevalier par adoubement.
  • Een schildknaap was een (adellijke) jongeman die in dienst stond van een ridder.
  • エスクワイア (esquire) またはスクワイア (squire) は、中世ヨーロッパでは見習い段階の騎士を意味したが、後にジェントリの一階級、ひいては男性への敬称に用いられるようになった。
  • Schildknappe (auch Knappe, Page oder Edelknecht) hieß im Mittelalter ein ritterbürtiger junger Mann (Edelknabe), der bei einem Ritter das Waffenhandwerk erlernte. Weil er seinem Herrn häufig den Schild nachtrug, wurde er auch „Schildträger“ (spät-lat.: scutarius, scutiger, scutifer) oder „Waffenträger“ (armiger) genannt.
  • 향사(鄕士, esquire 에스콰이어[*], squire 스콰이어[*])는 중세 유럽에서는 견습 단계의 기사를 의미했지만, 이후에는 젠트리의 한 계급, 나아가서는 남자의 경칭으로 사용되게 되었다.
  • Az apród tágabb értelemben a nemesi udvarokban tanuló nemes ifjú, speciális értelemben címerekkel foglakozó tisztviselő, a heroldok elődje.
  • Un escuder és, segons el Tresor de la Llengua, publicat el 1611: En definitiva, un escuder era, durant l'Antic Règim, un petit noble que estava estretament relacionat amb alguna gran casa, en moltes ocasions parents de les mateixes privats de fortuna.És freqüent trobar-los presents en moments de la Reconquesta realitzant gestes com la presa de Baeza, ja que els escuders solien construir l'oficialitat en les hosts dels grans magnats medievals.Els Reis i els Grans es preaven de tenir per escuders membres de branques secundàries d'importants llinatges, així com més distingits eren els seus escuders major el prestigi de la casa a la qual servien.
  • A squire was the shield bearer or armour bearer of a knight, and at times squires included a knight's errand runner or servant.[citation needed] Use of the term has evolved over time. In the Middle Ages, squires were trainees to a knight but later a leader in an English village or Lord of the Manor might be called a squire, and later key public figures such as justice of the peace or Member of Parliament.
  • Giermek (od węg. gyermek – dziecko) – pomocnik średniowiecznego rycerza.Giermkami zostawali młodzi chłopcy przeważnie z rodów szlacheckich, którzy byli wysyłani na dwór seniora, by tam uczyć się rycerskiego rzemiosła. Kształcili się we wszystkich dziedzinach ówczesnej sztuki wojennej, tj.
  • Un escudero es, según el Tesoro de la Lengua, publicado en 1611:El hidalgo que lleva el escudo al caballero, en tanto que no pelea con él.
  • Panoš, do 16. století také panoše, je označení nižšího šlechtice. Termín je odvozen od slova pán a původně označoval služebného šlechtice, pomocníka v boji, později podřízeného služebníka. Po polovině 15. století zůstal označením nezámožné nižší šlechty, klientů mocnějších a bohatších rodin, jimž náleželo oslovení urozený a slovutný.Od poloviny 16.
  • Um escudeiro (do francês "écurie" (estábulo)) é um título nobiliárquico. Historicamente, tratava-se de um assessor sênior que tinha como responsabilidade cuidar dos cavalos de um nobre. No seu uso contemporâneo faz menção a um assessor pessoal de um soberano ou membro da família real. É um termo análogo a ajudante de ordens, mas este prevalece atualmente apenas no Commonwealth das Nações. É o último cargo, em ordem decrescente de importância, na base da nobreza.
  • Оруженосец — благородный (в этом случае — обязательно конный) ученик рыцаря, сеньора, реже отца, если он являлся крупным сеньором, либо в случае отсутствия таковых учеников простолюдин-сержант.В случае благородства ученичество обычно длилось с 14 лет до 21 года (достижения совершеннолетия), после чего отрок посвящался в рыцари.
  • Il termine scudiero aveva sia nell'antichità che nel medio evo due significati diversi nell'ambiente militare. L'uno indicava il valletto d'armi, ovvero un giovane incaricato di portare le armi e lo scudo del suo signore in guerra.
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  • Écuyer (gentilhomme)
  • Apród (heraldika)
  • Escudeiro
  • Escuder
  • Escudero (historia)
  • Giermek
  • Panoš
  • Schildknaap
  • Schildknappe
  • Scudiero
  • Squire
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  • エスクワイア
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